CRODLU Riders: 11-702 (AD&D: Dark Sun Miniatures). [S.l.]: Ral Partha, 1991.
Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.
Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!
e-mail: alanluiz2@gmail.com
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domingo, 17 de agosto de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
Homem batedor de areia em bicho-rapina (Sand scout human in crodlu)
O bicho-rapina já há
bastante tempo começaram a ser utilizados pelos exploradores dos desertos
pedregosos – os que se atrevem a domá-los. Mesmo que essas bestas
semisselvagens não incluem grandes mamíferos em sua dieta (de fato, as criações
se sentem tranquilos perto deles), são perigosos se ameaçados. O segredo de sua
domesticação é um segredo passado de pai para filho.
Curiosamente
bichos-rapina são mais adaptados a terrenos fofos, como a areia, do que firmes,
como o chão de uma cidade, pois sofrem ferimentos devido ao impacto de seus
dedos. Considere que seus redutores de movimentação se aplicam no terreno firme,
o oposto dos humanos sofreriam se estivessem pisando em terreno fofo. Forçar
esses animais em terrenos firmes pode fatigá-los devido ao cansaço e ferimentos.
Os pés de um bicho-rapina são sensíveis ao frio, de modo que também estão
sujeitos a mesma fadiga.
Montado no fiel
bicho-rapina, um jovem batedor do deserto pedregoso vasculha suas fronteiras.
CRODLU Riders: 11-702 (AD&D: Dark Sun Miniatures). [S.l.]: Ral Partha, 1991.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Colunas destroçadas. Estátuas destruídas (Columns crashed. statues destroyed)
Colunas antigas, de onde sequer pode-se saber a origem. Apensas sabe-se que se encontram na Levânia.
Quanto as estátuas, elas estão soltas de seus pedestais a muito tempo, uma delas inclusive, estando semi-enterrada. Seria apenas estátuas comuns, ou vítimas de um terrível efeito de petrificação?...
Mutimana também busca descobrir algum segredo que possa usar em seus planos de dominação.
Quanto as estátuas, elas estão soltas de seus pedestais a muito tempo, uma delas inclusive, estando semi-enterrada. Seria apenas estátuas comuns, ou vítimas de um terrível efeito de petrificação?...
Mutimana também busca descobrir algum segredo que possa usar em seus planos de dominação.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Mutimana, homem lêva sacerdote do príncipe–demônio Udavai, o Caçador de Sadios (Mutimana, lêva human cleric of demon-prince Udavai, the Hunter of health’s)
O Vômito Esturricador é o senhor de todas as doenças e ordena que seus servos espalhem moléstias e poluições, nas cidades principalmente.
A Levânia um dia foi o berço da tribo que deu origem aos Bankdis, e que levou a palavra dos demônios aos 4 cantos do Mundo Conhecido. Mesmo com a derrota da Seita Bankdi, é “impossível exterminar as baratas sem que algumas corram em segurança”.
Mutimana age nas sombras das carcaças pútridas do deserto, se dedicando perfeitamente em sua tarefa de espalhar a palavra e o toque do Caçador de Sadios. Suas vestes apresentam toda a sorte de resíduos pestilentos, como vômitos, sangue, pus, urina e fezes. Seu grande elmo homenageia os insetos pestilentos transmissores de pragas, em particular, o besouro do esterco, que passeia com a bola de excrementos contaminando o deserto. Seu cajado possui no alto a figura do rato, outro dos animais prediletos de Udavai
No Tagmar 2 Oficial, Udavai é chamado de Udoviom.
O servo do Deus da Cura, Selimon, deseja “limpar” o mundo da presença de Mutimana.
A Levânia um dia foi o berço da tribo que deu origem aos Bankdis, e que levou a palavra dos demônios aos 4 cantos do Mundo Conhecido. Mesmo com a derrota da Seita Bankdi, é “impossível exterminar as baratas sem que algumas corram em segurança”.
Mutimana age nas sombras das carcaças pútridas do deserto, se dedicando perfeitamente em sua tarefa de espalhar a palavra e o toque do Caçador de Sadios. Suas vestes apresentam toda a sorte de resíduos pestilentos, como vômitos, sangue, pus, urina e fezes. Seu grande elmo homenageia os insetos pestilentos transmissores de pragas, em particular, o besouro do esterco, que passeia com a bola de excrementos contaminando o deserto. Seu cajado possui no alto a figura do rato, outro dos animais prediletos de Udavai
No Tagmar 2 Oficial, Udavai é chamado de Udoviom.
O servo do Deus da Cura, Selimon, deseja “limpar” o mundo da presença de Mutimana.
HOMEM | ||||||||
· Tamanho médio. · Deslocamento base: 9 metros. · Os homens recebem um talento adicional no 1º nível · Os homens recebem 4 pontos adicionais de perícia no 1º nível e 1 ponto adicional de perícia a cada nível de experiência. Os pontos adicionais de primeiro nível são adicionados ao resultado final, e não multiplicados. · Perícias regionais: cada homem possui afinidade com diferentes tipos de perícias, conforme a região a qual deriva. O personagem seleciona uma região de Tagmar e pode substituir de uma até três perícias de sua classe por uma perícia regional, que passará então a ser de classe, sendo a perícia eliminada não mais considerada como perícia de sua classe. A perícia Ofícios, Profissão e Atuação, normalmente gerando subdivisões conforme a especialidade, são consideradas no todo para efeito de substituição (ex. Um guerreiro verrogari pode trocar a perícia Ofícios [para todos as subdivisões desta perícia] em troca de Sobrevivência). Observe que algumas perícias, ao invés de se tornarem de classe, fornecem bônus: neste caso elas não se tornam perícias de classe (exceção: as perícias Ofício, Profissão e Atuação – elas se tornarão perícias de classe). O histórico do personagem determina sua região de origem. O personagem não é obrigado a substituir uma perícia regional a não ser que assim deseje. A mudança é irrevogável (ver tabela: Apêndice: Perícias regionais). · Idioma básico: malês. · Idiomas/escritas adicionais: qualquer um. · Classe favorecida: qualquer um. | ||||||||
APÊNDICE Perícias regionais
@ Não é considerada perícia de classe. | ||||||||
Tabela de envelhecimento
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domingo, 5 de junho de 2011
Poço de deserto pedregoso (Stony desert Well)
POSTAGEM REFERENTE AO DIA 04 DE JUNHO DE 2011
Poços comuns nas Cidades-estado, eles são mais comuns do que seriam em terras como a Levânia, onde as rochas garantem um escoamento da água sempre em pontos específicos. Claro, Ainda sim localizar novos lençóis freáticos são informações valiosas e devidamente pagas pelos soberanos.
A clériga de Maira acena para seus companheiros de aventura: “- Não venham! Este está seco!”.
Poços comuns nas Cidades-estado, eles são mais comuns do que seriam em terras como a Levânia, onde as rochas garantem um escoamento da água sempre em pontos específicos. Claro, Ainda sim localizar novos lençóis freáticos são informações valiosas e devidamente pagas pelos soberanos.
A clériga de Maira acena para seus companheiros de aventura: “- Não venham! Este está seco!”.
domingo, 21 de novembro de 2010
Cerca de raízes de tucarfas, de deserto pedregoso (Root fence of tucarfas, of stone desert)
Nos desertos pedregosos da região das Cidades-Estados, as cercas são feitas de forma diferente. Com a carência de árvores e madeiras firmes para se fazer tábuas, elas são feitas das retas e profundas raízes de tucarfas. O caule da planta é semelhante ao rabo de porcos, na verdade caules-gavinhas que se ancoram nos numerosos seixos e pedras. Mas, suas raízes retas muito firmes formam as cercas desta região. Com o passar do tempo, as cêrcas-raízes podem se desenvolver em cercas vivas, dada a capacidade de regeneração das mesmas.
Para reforçar essas estruturas, usa-se ainda couro endurecido dos mais variados animais. O couro marrom pertence a lobos do deserto; o avermelhado, de cabras; e o cinzento, sobras de pesca de tubarões dos litorais, trazidos para o interior.
Eles são usados usualmente para a guarnecer a engorda do gado de camelos de corte, muito apreciados nas Cidades-Estados, imprestáveis para a cavalgadura, mas muito apreciados em cozidos.
Em tempos de conflito, áreas de cerca-raiz são anti-avanços generosos.
O anão bárbaro vai testar a resistência das cercas de tucarfas.
Para reforçar essas estruturas, usa-se ainda couro endurecido dos mais variados animais. O couro marrom pertence a lobos do deserto; o avermelhado, de cabras; e o cinzento, sobras de pesca de tubarões dos litorais, trazidos para o interior.
Eles são usados usualmente para a guarnecer a engorda do gado de camelos de corte, muito apreciados nas Cidades-Estados, imprestáveis para a cavalgadura, mas muito apreciados em cozidos.
Em tempos de conflito, áreas de cerca-raiz são anti-avanços generosos.
O anão bárbaro vai testar a resistência das cercas de tucarfas.
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