Cadáveres reanimados por magia necromântica não pouco diferentes de construtos autônomos. Nada agradáveis de se ver, vê se a decomposição de sua pele, vermes comendo a carne morta, farrapos do que um dia foram seus itens e um pesado cheiro de cova.
Os zumbis são lentos porém resistentes, e podem atacar tanto com armas quanto com suas garras decorrente dos efeitos da necroanimação. O corpo morto de um inocente, uma vez erguido, serve apenas para seguir miseravelmente as ordens de seus mestres negros. Mas devem ser ordens simples, dado a sua baixa inteligência.
Caso quem os criou morra, eles cumprem a última instrução do mesmo. Se esta instrução não existir eles entram em um frenesi assassino, no qual atacarão qualquer criatura viva presente até serem destruídos. Caso não haja nenhuma criatura viva presente, eles ficam parados até que uma apareça.
- “Que tenha um descanso de paz!”, grita o clérigo de Selimon.
O BLOG POSSUI MUITAS POSTAGENS ANTERIORES. CONFIRA EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS, AO FINAL.
Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.
Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!
e-mail: alanluiz2@gmail.com
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domingo, 4 de setembro de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Dragão esqueleto (Skeleton dragon)
O poder da necromancia pode tocar mesmo os ossos de um dragão, do mesmo modo que qualquer miserável pilha de ossos.
Para maiores entendimentos dessa criatura, veja mais em Guerreiros esqueletos.
Essa pintura é bem antiga, mas gosto dela, ainda que me dá vontade de repintá-la.
Os aventureiros em um combate importante. Sem dúvida!
Para maiores entendimentos dessa criatura, veja mais em Guerreiros esqueletos.
Essa pintura é bem antiga, mas gosto dela, ainda que me dá vontade de repintá-la.
Os aventureiros em um combate importante. Sem dúvida!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Esqueleto Lanceiro (Spearman skeleton)
Diferente de esqueletos criados por necromantes para servi-los como servos, este surgiu pelas influencias de energias negativas vazantes de dimensões negras em consonância com locais de grandes tragédias. No caso deste esqueleto lanceiro, é o cadáver de algum soldado morto numa guerra, de décadas atrás no sopé das bordas nordestes dos Montes Palomares, em Filanti.
O anão bárbaro decidiu não se juntar a hoste macabra da qual faz parte este esqueleto, ou seja, ele não vai morrer por nada deste ou do outro mundo.
O anão bárbaro decidiu não se juntar a hoste macabra da qual faz parte este esqueleto, ou seja, ele não vai morrer por nada deste ou do outro mundo.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Guerreiros esqueletos (Warrior skeletons)
Até hoje o blog tem mostrado personagens heróicos. Passarei então a postar as criaturas que vivem em Tagmar. É o que justifica a existência de bravos heróis para defender o Mundo Conhecido...
Esqueletos são mortos-vivos. Sem mente e vontade, são animados pelas energias negativas oriundo dos reinos infernais. Uma vez erguidos, assombram calabouços escondidos e regiões amaldiçoadas.
Esses esqueletos não são comuns. São guerreiros esqueletos. Diferente dos demais, um dia foram guerreiros mortos em sangrentas batalhas. Em seu cerne queima não apenas um grande ímpeto de luta, mais uma extrema habilidade de combate. Eles lutam até o fim, mesmo que o fim já seja um fato para eles.
As cores dos esqueletos, além do “osso”, pode agregar praticamente qualquer coisa, como equipamentos antigos e restos de solo e carniça, levando em conta o estado e o tempo do morto. Nesta pintura, as armas e escudo sofreram desgastes da ferrugem.
O clérigo de Crisagom e um guerreiro desconhecido investem contra eles, um pelo dever, outro pela sobrevivência.
Esqueletos são mortos-vivos. Sem mente e vontade, são animados pelas energias negativas oriundo dos reinos infernais. Uma vez erguidos, assombram calabouços escondidos e regiões amaldiçoadas.
Esses esqueletos não são comuns. São guerreiros esqueletos. Diferente dos demais, um dia foram guerreiros mortos em sangrentas batalhas. Em seu cerne queima não apenas um grande ímpeto de luta, mais uma extrema habilidade de combate. Eles lutam até o fim, mesmo que o fim já seja um fato para eles.
As cores dos esqueletos, além do “osso”, pode agregar praticamente qualquer coisa, como equipamentos antigos e restos de solo e carniça, levando em conta o estado e o tempo do morto. Nesta pintura, as armas e escudo sofreram desgastes da ferrugem.
O clérigo de Crisagom e um guerreiro desconhecido investem contra eles, um pelo dever, outro pela sobrevivência.
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