Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.

Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!

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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Sala de Tortura

Escondida no calabouço da cidade, a pesada porta de ferro abafa gritos dantescos dos infelizes capturados.




Esta peça é o Kit Sala de Tortura, da Kimeron. A coleção inclui, além das mobílias de tortura que aparecem na foto, uma guilhotina. Achei inadequado que um objeto destinado a execução estivesse em uma sala de tortura (na hipótese de matar o torturado por um motivo qualquer, bastaria usar o machado no toco de madeira...rs). Preferi separar a guilhotina para compor outra peça, como uma praça pública.

Além do kit de tortura, utilizei a porta de ferro de uma coleção mais antiga: imagino que a sala da tortura deva ter uma porta assim para eventuais fugitivos e suas tentativas de arrombamento - inclusive tentei ressaltar isso na pintura metálica da porta com os seus amassados.

OLIVEIRA, Cinésio. Kit sala de tortura. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2016.

OLIVEIRA, Cinésio. Porta de ferro. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

Amassa, corta, rotina...

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Observador (Beholder)

O temível olho tirano. A fera infame. Sua mera presença aberrante causa odiosas alterações no ambiente, o reflexo da loucura e do caos.


Esta peça, apesar de descontinuada pela Kimeron Miniaturas, terá uma nova versão a ser lançada no último financiamento coletivo KimeronMiniaturas - Catarse, encerrado em fevereiro de 2018. Mas, ela estará disponível futuramente para compra avulsa.

OLIVEIRA, Cinésio. Beholder. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

A magia funcionará?

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Devorador de mentes nobre (Mind flayer, ulitharid)

Os devoradores de mentes são tiranos psiônicos escravistas sugadores de cérebros. Suas cabeça e face de polvo escondem inteligências alienígenas capazes de dominar mentes de outras criaturas inteligentes tornando-as extensões de suas vontades.

Os devoradores de mentes nobres são os tiranos psiônicos dos devoradores de mentes.

Mais poderosos que os seus irmãos normais, são por eles reverenciados, mesmo os vendo como bênçãos quando presentes em suas cidades subterrâneas.

Um devorador nobre é bem maior que a maioria dos devoradores normais (que medem de 1,70m a 1,80): os nobres alcançam facilmente os 2,40m, mas podem ser ainda maiores. Costumam ter também mais do que os 4 tentáculos do normais de sua espécie. Sua maior diferença, contudo, são seus controle psíquicos extremamente avançados.

Este nobre exibe um bizarro cajado feito de tecido cerebral retorcido, pulsante, vivo, carregado de impulsos neurais, que exibe em sua ponta um aberrante olho vivente olhando para direções incompreensíveis ao olhar do olho humano comum  - ele vê coisas além da imaginação. Ainda, em suas mãos, um tomo com registros na estranha língua escrita do devoradores de mente: uma espécie de "braile" capaz de ser lida apenas com quatro tentáculos ao mesmo tempo tateando por sobre a escrita.

Esta é uma das miniaturas que estão em financiamento coletivo pela Forja Profana e que tive a oportunidade de proceder pintura. Abaixo a referência:

WOLOSZYN, Boris. Spillihp Drawoh. Rio de Janeiro: Forja Profana, 2017.



Um elfo sombrio e um devorador de mentes, ambos com fortes poderes sobrenaturais, lutarão até a morte.

A linha de miniaturas de tamanho médio possui medida 32mm, o que facilita a pintura especialmente para iniciantes. Outro detalhe de nota é a quase ausência de linhas de molde, que poupa bastante tempo no preparo pré-pintura.

Achei interessante pintar essa mini numa cor illithid padrão. Ao imaginar uma maneira de pintar o livro nas mãos de Spillihp, foi conveniente ter pesquisado no D&D a escrita qualith; pois sua forma lembram diversas linhas parecidas com uma "linguagem binária" - o que facilita a pintura sem a perda do conceitual da mini. O mais curioso foi a pintura do cajado: me veio essa ideia de trabalhar cérebros retorcidos com um olho estranho ao viajar nas formas da peça; creio ter conseguido o intuito, mas o resultado me pareceu mais uma pintura fitness do Gyodai (da série japonesa Changeman)...rs. Apliquei uma mão de resina para na pele e no cajado, mas confesso que ficou bom apenas no cajado, apagando alguns detalhes de pintura da pele do devorador de mentes.


Lembrem-se leitores do blog: esta e muitas outras miniaturas de qualidade podem ser suas. Basta participarem do financiamento coletivo da Forja Profana. Falta pouco para acabar o financiamento. Não deixem essa linha passar!

sábado, 6 de maio de 2017

Forja anã (Dwarf forge)

Forjas anãs são um verdadeiro laboratório metalúrgico, mais completas que quaisquer forja citadina. Localizada em seus reinos subterrâneos escavados na pedra, suas paredes são engenhosamente construídas com numerosas saídas de ar para o expelir a fumaça. Numerosas forjas anãs se conectam de modo a eclodirem em grandes chaminés anãs.

Esta peça é o Kit forjaria da Kimeron. Dada a riqueza de detalhes, não poderia usar essas peças para compor uma forja medieval comum: achei digno montar um chão subterrâneo e uma história para ambientar esta magnífica peça.

OLIVEIRA, Cinésio. Kit forjaria. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2016.












sexta-feira, 28 de abril de 2017

Executor (Executioner)

Em toda comunidade há alguém com a tarefa difícil(?) de realizar as funções de executor e carrasco  dos condestáveis.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas, mais especificamente, aqui.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Ferum, o carrasco. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2016.





domingo, 27 de abril de 2014

Elfo sombrio feiticeiro (Dark elf sorcerer)

O mago do conhecimento quer testar os poderes do elfo sombrio.

Referência bibliográfica e fotos.

IRAE T’Sarran. [S.l.]: Wizard of the Coast, 2002. (D&D 3.5 Miniatures. City of the Spider Queen). Código 88433.

domingo, 27 de novembro de 2011

Martelo-tenaz (Hammer-forceps)

Autômatos parecem golens, mas são construídos de forma diferente, com partes mecânicas que são animados por meio de poderosa magia. Enquanto a obscura “mente” de um autômato faz com que, ás vezes seja difícil para a criatura interagir com o mundo físico, ele, ainda é oponente temível.

Autômatos não usam armas, mesmo se ordenados a fazerem isso. Em vez disso, eles sempre golpeiam com seus braços. Um autômato obedece às ordens de seu criador, seja por comando direto dentro de certa distância audível e visível, ou segue as suas ultimas instruções com o maior empenho possível, desde que não cause danos diretos a si. Normalmente seu criador dá ao autômato um conjunto simples de instruções como “permaneça nesta área e ataque todas as criaturas que entrem nela”, ou “ataque todas as criaturas bípedes que você vê” ou ainda “Faça barulho para alertar e ataque”, ou algo do tipo.

O martelo-tenaz é autômato, que de aparelho de construções e carregamentos anão torna-se uma máquina de guerra adaptada, possuidor de dois braços poderosos e formidáveis: uma pesadíssima marreta e uma grande pinça.

É difícil saber qual é seu maior trunfo – sua marreta sólida e pesada, ou sua pinça constritora.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

WIZARD OF THE COAST. Hammerer: Talos. In: ___. Chainmail. [S.l.]: WOTC, 2000.


O quartzan não gostou da atitude agressiva do construto. O anão quer evitar um incidente diplomático entre raças, talvez um monte de sucata.







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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Gigante da Colina (Hill giant)

POSTAGEM REFERENTE AO DIA 20/11/2011

Os menos agressivos das espécies gigantes, ainda que um tanto burros, os gigantes da colina são corpulentos em suas vestes de couro e lã, são naturais das colinas, montanhas baixas ou sopés de montanhas, em comunidades medianamente camufladas.

Os adultos possuem em torno de 3,15m de altura e pesam cerca de 600kg. Em média, os gigantes da colina vivem em torno de 200 anos. Muito unidos, de forte sentimento de honra guerreira, e bem humorados quando entre amigos, são facilmente irritados, com claras demonstrações de violência, aos seus ofensores. Mas no fundo, só desejam ser deixados em paz pelas outras raças.

Gigantes de grupamentos menores (em torno de 2 a 6 indivíduos) vivem da caça e coleta. Nas maiores comunidades, eles criam bois lanosos e cultivam grandes frutos como aboboras ou melancias. A menor presença de invasores e feras perigosas mobiliza o chefe da tribo reunirá todos os machos rumo a retaliação.

Os Gigantes das Colinas ocasionalmente entram em contato (tenso) com outras raças para comércio, com anões principalmente, a despeito das guerras históricas entre essas raças. Afinal, como não dominam a forja do metal, fornece ao povo robusto, ou a outros povos tão hábeis e dispostos ao comércio quanto, couros, madeiras, pedras de valor mesmo butim inimigo pequenos demais para eles usarem, comida e escravos obtidos em guerra justa. Os encontros com mercadores são sempre em locais predeterminados e cercados de precauções pelas duas partes. O chefe sempre toma parte destes encontros.

Como armas eles usam as feitas de madeira ou pedra (como lanças, porretes e clavas) e armaduras de couro (alcochoada, couro, couro batido e peles). Não que não possam usar armas e armaduras de aço, mas seria algo incomum adquirir uma dessas – e se houver, é o chefe que muitas vezes disporá deles. É comum o chefe de tribo dos grupos mais numerosos possuir um peitoral de aço gigante e uma maça de ferro gigante, obtidos em comércio, e mesmo assim, só os usados na guerra.

Um traço comum da raça é a presença da chamada bolsa gigante, pelos povos de tamanho humano. A bolsa de um gigante da colina é uma coleção de quinquilharias interessantes ao gigante, alem de rochas para arremesso e sua riqueza pessoal. Muitos dos itens, quando não adquirido em comércio com raças mais artífice, acabam por ser improvisações dos objetos dos seres menores do eu eles: por exemplo, uma talhadeira feita de um machado quebrado, ou uma tigela de madeira improvisada a partir de um barril

Este gigante em particular possui uma foice de pedra que além de desenterrar raízes, também afunda crânios. A ombreira é uma sobra adaptada de uma armadura humana.

Os gigantes da colina falam a lingua dos gigantes. Algus individuso mais inteligentes (ou o chefe da tribo) aprendem tambem o malês.

OBS: O gigante da colina descrito aqui são diferentes dos descritos no Livro de Criaturas com relação ao tamanho. Eles são de tamanho Grande, ao invés de Enorme.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Gigante da colina. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

Calma, não é briga, é apenas uma rápida negociação...










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domingo, 13 de novembro de 2011

Homem cálcore mago do conhecimento de Saravossa (Knowledge wizard cálcore humano of Saravossa)

Os magos do conhecimento encontram seu poder místico na junção de sua força de vontade com a energia senciente do Universo, de forma a transformá-la em energia mística bruta e moldável. Isso os permite desenvolver proteções mágicas, meios de obtenções de informações, e domínio sobre a mente dos outros. Em outras palavras, permite entender da essência de todas as coisas. Seus colégios possuem influencia forte nas capitais dos reinos de Conti, Marana, Portis, e Calco.

No reino de Calco, o mais desenvolvido do Mundo Conhecido em áreas do saber como informações, tecnologias, e magia; dentre todos os grandes colégios de magia: elementalista, necromântico, ilusionista, alquímico e do conhecimento; este último é o mais aceito pelas gentes. Seus membros comumente atuam como tutores e professores de nobres; e, em Calco, de forma jamais vista entre os demais reinos, atuam como professores para o povo (junto com o clero de Palier, claro). Em Saravossa, capital de Calco, eles tem a academia mais opulenta dentre os demais colégios.

Naturalmente, este mago do conhecimento cálcore é bastante orgulhoso de seu poder e influencia, ainda que é tomado por serenidade comum a magos dessa escola, pois entendem que aprendizado está no ouvir, e não no falar.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Mago branco. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

A energia mágica do cetro irradia em seu traje e o alerta do perigo. Seria o marano atrás dele?






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