Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.

Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!

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domingo, 27 de abril de 2014

Elfo sombrio feiticeiro (Dark elf sorcerer)

O mago do conhecimento quer testar os poderes do elfo sombrio.

Referência bibliográfica e fotos.

IRAE T’Sarran. [S.l.]: Wizard of the Coast, 2002. (D&D 3.5 Miniatures. City of the Spider Queen). Código 88433.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Jocasta Priamo

Mais um lançamento de desenho do Tiarles aqui no blog! Dessa vez conheceremos Jocasta Priamo, da jogadora Laisa Ramos.

A personagem tem seu nascimento em Calco, mas foi criada em Marana, onde passa suas aventuras com outros aventureiros, incluso aí, as personagens Monforti e Mirai Alcaiu.

O Tiarles oferece a oportunidade de todos os leitores fazerem os seus personagens prediletos com ele. Basta contatá-lo na sua vitrine virtual, na Desenhos e/ou Rabiscos. Lembrando que os direitos autorais, morais e de propriedade de todas as imagens da promoção são dele. Qualquer um que queira usar suas imagens deve citar os devidos créditos. E se encontrarem qualquer site usando essas imagens, favor denunciar!

Abaixo, a história de Jocasta.

Jocasta Priamo


Filha de Dougal e Lívia, nascida no reino de Calco.

Jocasta estava destinada a nascer um lar feliz, se não fosse por um acontecimento instituído pelo destino, um incidente infeliz, o falecimento de sua mãe após dar a luz a mesma.

Naquele fatídico dia, Dougal após acabar sua refeição noturna, resolveu conversar com seu hóspede Moisés que estava prestes a ir embora, quando ouviram os gritos. Dougal identificou como o de sua amada esposa e sem pestanejar correu-lhe ao encontro. Ao vê-la caída ao chão, segurando a barriga, tomou-a em seus braços, levou-a para o quarto e solicitou a Moisés que fosse buscar a parteira. Moisés girou nos calcanhares e foi cumprir sua missão o mais rápido que pode, já que era de idade avançada.

Lívia cada vez gritava mais e mais alto, suava frio e quando a parteira invadiu a casa apressadamente estranhou, ainda faltava mais de um mês para a criança nascer, mas o trabalho de parto havia começado. O mais depressa possível se preparou para que pudesse trazer aquela apressada criança ao mundo e quando solicitou a Dougal que saísse do quarto, foi-se toda aquela aparente calma e o mesmo começou a descontrolar-se, gritando que não poderia deixar a pessoa que ele mais amava gritando por ele e fazendo força para ficar.

Foi através de um argumento, após eternos minutos de convencimento, que Moisés, conseguiu convencer Dougal a sair do quarto e deixar a parteira trabalhar. O “convencimento” de Moisés foi tão eficaz, que Dougal saiu do quarto como se nada estivesse acontecendo, como estivesse vivenciando outro momento feliz de sua vida.

O parto foi deveras complicado e somente após o choro da criança, foi que os gritos de Lívia cessaram, mas somente cessaram porque ao dar a luz, Lívia faleceu.

Dougal parece ter saído de seu momento de transe, ao escutar o choro de sua filha e novamente começou a desesperar-se querendo vê-las e imaginando que aquele era o dia mais feliz de sua vida, pois era o dia que foi esperado por tanto tempo pelo casal, afinal de contas, os deuses os haviam abençoado depois de anos de oferendas na busca do milagre de sua esposa poder gerar um filho. Plantou-se na porta do quarto e ficou esperando até a parteira abri-la e quando a parteira o fez e ele viu o rostinho de sua filha pela primeira vez, não pode conter as lágrimas, eram lágrimas de alegria, de alívio... e não via a hora de correr para sua esposa e beija-la, agradecendo pelo belíssimo presente.

Quando foi em direção a cama, a parteira o parou, colocando a mão em seu peito e sem emitir nenhuma palavra baixou a cabeça e soltou um longo suspiro. Dougal olhou para o corpo imóvel de sua amada esposa e se aproximou lentamente. Ao chegar bem perto, com uma das mãos lhe afagou o cabelo e foi caindo de joelhos ao lado da cama, sem emitir um só som.

De joelhos com sua filha no colo e olhar distante, gritou, gritou com toda força de seus pulmões pelo nome de Lívia e desmoronou em um mar de lágrimas. A parteira, tomando a criança em seus braços a tirou do quarto, permitindo que Dougal e Lívia tivessem seus últimos momentos juntos.

A cerimônia religiosa foi realizada no dia seguinte. Dougal não expressava mais vida em seus olhos e pediu a Moisés que ficasse com sua filha, já que este havia se mostrado um bom homem. Passaria o dia fora, para colocar sua cabeça no lugar. Moisés vendo o desespero do homem aceitou de pronto o pedido.

Passou um dia, uma semana, duas e Dougal não voltava. Acabara o tempo de pesquisa de Moisés naquele lugar e ele tinha responsabilidades que deveriam ser retomadas. Deixando um bilhete e recado com os vizinhos, levou a criança para Lubliana e chamou-a de Jocasta, que era o nome da vontade dos pais.

Os anos se passaram e Dougal não mais apareceu e não deixou qualquer vestígio de vida, então Moisés Priamo criou e cuidou de Jocasta como sua própria filha, iniciando-a inclusive no mundo da magia e compartilhando seus conhecimentos no intuito de a mesma poder auxiliá-lo.

Por ter tido um começo de vida tão infeliz, Moisés sentiu-se na obrigação de evitar ao máximo qualquer sofrimento para Jocasta e a criou cercada de carinho e proteção. Jocasta teve uma infância feliz, apesar de sua vida reclusa se esforçou muito para aprender tudo o que Moisés a ensinara.

Ao chegar à adolescência, Moisés decidiu que era hora de Jocasta se socializar, já que a mesma apresentou muita vontade e ansiava desesperadamente pela oportunidade. Nesta trajetória de conhecimentos e relacionamentos interpessoais, estabeleceu dois melhores amigos Lardiner e Amoá. Sempre que podiam estavam juntos, pois afinal de contas, todos trabalhavam e estudavam no mesmo lugar. Amoá era serviçal do príncipe, Lardiner fazia parte da guarda e Jocasta vivia estudando lá, pois era o trabalho de seu pai, que era o sábio de Lubliana.

Com o passar do tempo, Jocasta foi amadurecendo e começou a se interessar por Lardiner. Não o via mais como aquele menino franzino com quem nos momentos em que não estava reclusa, fugia para brincar, mas como um homem. Apesar de todo interesse afetivo que Jocasta nutria por Lardiner, nunca tocou no assunto, esperava o momento para falar, quando o ouviu em uma roda de amigos esnoba-la, humilhando-a de maneira tal que ela não pode reconhecer seu amigo, aquele se sempre a defendeu, desta vez sem piedade esnobava-a, dizendo inclusive que ela não era nada, não era capaz de nada e não nunca serviria para nada a não ser cuidar do pai quando este envelhecesse.

Com o coração em frangalhos, Jocasta se afastou tentando não ser percebida pela roda de soldados e buscou um canto para desabafar, chorar e ver se aquele sentimento, aquela dor pudesse sair de dentro de seu peito. Nunca sentira tanta dor e foi ai que parou para pensar em sua vida. Realmente nunca havia feito nada de especial e sentia que tinha potencial para fazer. Com isso, ela sentiu que poderia provar para ela mesma, para o Lardiner e todos os outros que riram dela que era capaz de algo que não só cuidar de um pai velho.

Mesmo sentindo-se humilhada, desorientada e sua auto-estima lá no pé, sentiu seu coração queimar de desejo e esperança de uma vida melhor, a vida que ela realmente queria e não a vida no qual ela caira de pára-quedas.

Jocasta então resolveu buscar aventuras e auto-conhecimento, prometendo a Moisés sempre voltar para que ele veja que ela está bem e que quando se sentir pronta ficará em Lubliana definitivamente para continuar seu aprendizado.

Jocasta nunca se mantém muito tempo distante pois precisa manter seu pai tranqüilo, sabendo que ela está bem e também porque apesar de todo o sofrimento, não consegue esquecer Lardiner.

domingo, 13 de novembro de 2011

Homem cálcore mago do conhecimento de Saravossa (Knowledge wizard cálcore humano of Saravossa)

Os magos do conhecimento encontram seu poder místico na junção de sua força de vontade com a energia senciente do Universo, de forma a transformá-la em energia mística bruta e moldável. Isso os permite desenvolver proteções mágicas, meios de obtenções de informações, e domínio sobre a mente dos outros. Em outras palavras, permite entender da essência de todas as coisas. Seus colégios possuem influencia forte nas capitais dos reinos de Conti, Marana, Portis, e Calco.

No reino de Calco, o mais desenvolvido do Mundo Conhecido em áreas do saber como informações, tecnologias, e magia; dentre todos os grandes colégios de magia: elementalista, necromântico, ilusionista, alquímico e do conhecimento; este último é o mais aceito pelas gentes. Seus membros comumente atuam como tutores e professores de nobres; e, em Calco, de forma jamais vista entre os demais reinos, atuam como professores para o povo (junto com o clero de Palier, claro). Em Saravossa, capital de Calco, eles tem a academia mais opulenta dentre os demais colégios.

Naturalmente, este mago do conhecimento cálcore é bastante orgulhoso de seu poder e influencia, ainda que é tomado por serenidade comum a magos dessa escola, pois entendem que aprendizado está no ouvir, e não no falar.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Mago branco. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

A energia mágica do cetro irradia em seu traje e o alerta do perigo. Seria o marano atrás dele?






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domingo, 30 de outubro de 2011

Homem portien mago elementalista de Estenorial (elementalist wizard portien humano of Estenorial)

O poder das forças elementais (fogo, água, ar e terra), que os Titãs deixaram no mundo físico, causa uma grande apreensão e terror por parte dos povos menos tolerantes à magia. O resultado disso é uma grande repressão e ódio pelos elementalistas (os praticantes dessa magia) em boa parte do mundo.

No reino de Portis é diferente. O fantástico reino da magia e lar dos mais poderosos magos do Mundo usa a magia de forma aberta, e seu reino é marcado por isso. Pelas ruas da capital: postes de chama eterna; milicianos magos; e lojas de venda de itens mágicos, e muitas outras coisas.

Enquanto a capital, Runa é sofisticada, na cidade agrícola de Estenorial grande parte do povo é camponesa.

Lá o poder da magia torna-se igualmente vivo. O poder do elementalista mexe a terra, trás a água, venta o pólen das plantas e controla o fogo. Claro que por vezes os presentes cleros da agricultura (Selimon, Líris e Quiris) e da natureza (Maira) exigem para si a intervenção da magia na terra em honra a seus deuses.

Este mago particularmente usa roupa de algodão cru, visto que o recido bruto produzido aqui só será refinado na capital. Para esse mago, é mais fácil ter uma roupa que, quando se suja de terra, ou se queima, ou se molha, não demonstra estar tão suja (afinal, a sua cor já é aparentemente suja). Apenas as insígnias dos elementos é que não pode faltar, para indicar seu status na terra da magia.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Conjurador. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

O elementalista trás um elemental da terra de tamanho médio para atender as necessidades de uma fazenda.






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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Goblin mago (Wizard goblin)

Em tribos maiores de goblins não é incomum encontrar magos. Dentre as raças selvagens, os goblins são os que mais possuem aptidão para a magia.

A magia goblin é caótica. Diferente do estudo disciplinado comum entre os estudiosos da magia, os estranhos escritos goblins reagem de forma diferente para cada usuário, ainda que dentro de um padrão. Quando um goblin lê uma fórmula mágica, ele nunca sabe ao certo o que vai apreender. Por exemplo, se um escrito goblin possuir as magias bola de fogo, relâmpago, armadura arcana e mãos mágicas, ao ler esses escritos, ele pode aprender aleatoriamente qualquer uma destas!. Um escrito goblin pode possuir mesmo dezenas de magias!

Mais! Os tomos goblins podem possuir magias de colégios diferentes dentro do mesmo escrito (necromancia misturado com alquímico e ilusão, por exemplo). Na verdade, muitos colégios magos têm nos goblins objeto de repulsa e caça, por quebrar o protocolo da magia dos povos civilizados.

Este elfo dourado ainda decide o que fazer com este goblin: matá-lo ou entendê-lo.

Abaixo, as estatísticas de jogo para personagens goblins e as fotos.

GOBLIN
·               -2 de força, +2 de destreza, -2 de carisma.
·         Tamanho pequeno: +1 de bônus de tamanho nas jogadas de ataque, +1 de bônus de tamanho na CA, +4 de bônus de tamanho nos testes de Furtividade, Usa equipamentos e armas menores que a dos humanos, a capacidade de levantar e carregar peso equivale a três quartos da carga máxima das criaturas médias.
·         Deslocamento base: 6 metros (4 q.).
·         Visão na penumbra: 36m (24 q.). Consegue distinguir cores e detalhes.
·         +4 de bônus em Arte da fuga. É considerado perícia de classe.
·         +4 de bônus em Cavalgar (apenas lobos e ferais). Não são consideradas perícias de classe.
·         +4 de bônus em Adestrar animais (apenas lobos) e Diplomacia (apenas ferais). Não são consideradas perícias de classe.
·         Idioma básico: goblin.
·         Idiomas/escritas adicionais: malês, élfico, khurng, gigante, voz da pedra. Caso seja clérigo, inclui-se na lista: celestial e infernal.
·           Classe favorecida: ladino.








sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Elfo dourado mago (Wizard golden elf)

Os Elfos Dourados, uma das três raças de elfos de Tagmar, são a obra prima do deus do conhecimento e da magia, Palier. São belos, de pele dourada como seu deus, e de cabelos resplandescentes. A magia permeia esses seres, e nem surpreende o fato de que eles na maioria das vezes, tornam-se magos.

Quando pensei numa composição de cores para pintar esse elfo dourado, sabia que eles tinham pele dourada, e cabelos loiros, brancos ou vermelhos. Contudo, achei mais chamativo uma cor fosca para usar como pele, e para os cabelos, tons metálicos, e por isso incorporei como um visual padrão em minhas aventuras: os meus elfos dourados possuem cabelos de tons metalizados - prata, ouro, cobre e bronze.

As roupas precisavam ser coloridas. Sempre achei que visualmente os elfos dourados não podiam ser iguais aos florestais. Apesar de ambos preferirem ambientes naturais, eles tinham que ser diferentes: os elfos dourados então usam roupas coloridas, roupas que inclusive inspiram até hoje a indumentária peculiar tão comum em magos de outras raças.

O elfo dourado saúda Barêndi. Isso é natural, pois os elfos dourados são os maiores diplomatas dentre as raças dado ao seu carisma.

Aproveito o ensejo para dividir com vocês a minha versão alternativa de elfo dourado em D20 (poderia ser original, já que nunca foi feito o elfo dourado de tagmar para D20...rs). Tomei muitas liberdades nesta composição. Espero que gostem.

Digam o que acham!


ELFOS
·          Tamanho médio.

·          Deslocamento base: 9 metros.

·          Imunidade a magias e efeitos de sono e paralisia. Elfos não dormem, ao invés disso entram num estado de transe por um período de 4hs equivalente em descanso ao sono comum. Elfos não sonham.

·          +2 de bônus racial de resistência contra magias ou efeitos similares de encantamento.

·          Visão na penumbra: 36m. Consegue distinguir cores e detalhes.

·          Beleza: +4 de bônus nas perícias Diplomacia e Blefar que envolvam situações de sedução com humanos e meio-elfos de ascendência humana. Os elfos são agraciados com a perfeição física do Deus Palier.

·          Idioma/escrita básico: malês, élfico, escrita élfica.

·          Idiomas/escritas adicionais: goblin, khurng, silvestre, voz da pedra. Caso seja clérigo, inclui-se na lista: celestial e infernal.
ELFO DOURADO
·          -2 de força, -2 de constituição, +2 de inteligência, +2 de sabedoria, +2 de carisma.

·          +2 de bônus nos testes de Percepção baseados no paladar e tato; +2 de bônus racial nos testes da perícia Arte da magia e em uma perícia de Conhecimento (qualquer) ou Profissão (qualquer). São considerados como perícias de classe. São perícias ligadas a uma habilidade inata e de tradição familiar.

·          Predileto de Palier: Habilidade Similar a Magia, 2/dia: Magia de Nível 0, podendo ser escolhida da lista do Mago, das escolas de Abjuração, Adivinhação, Encantamento, Ilusão, Transmutação e Universal. Os elfos dourados possuem afinidade natural com a magia arcana.

·          Classe favorecida: mago.

Tabela de envelhecimento

Raça
Maturidade
Velho
Venerável
Idade máxima
Elfos1, 2
225 anos
337 anos
450 anos
+6d100+50 anos

1Elfos não recebem redutores durante a maturidade, velhice ou venerabilidade. O tempo cobra o envelhecimento do elfo subitamente no último ano de vida, o qual receberá todos os bônus e redutores nas frações deste último ano. Os elfos podem escolher “envelhecer” (veja abaixo).


2Elfos dourados podem decidir não morrer, mesmo ultrapassando a idade máxima, desde que tenham Vontade de Viver (um sentimento profundo de cumprir uma tarefa que exige a existência de sua vida, até que a tarefa se conclua ou uma nova necessidade apareça). Ainda sim, são necessários testes de Vontade CD 10+ nível do personagem, a cada aniversário, para que seu ímpeto não desapareça. (a explicação se deve ao fato de que quanto mais plena a vida do personagem, menos razões e desafios se abre para ele, visto que haverá poucas coisas que ainda resta ser feita). Esses testes devem ser feitos apenas quando o personagem ultrapassa idade máxima. Um elfo dourado pode deliberadamente sofrer os efeitos do envelhecimento se assim desejarem, desde que alcancem esta idade (para isso, um elfo deve passar por um período de 1d6 meses em meditação na sua terra natal para que possa “envelhecer” seu corpo e mente).