Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.

Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!

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domingo, 18 de maio de 2014

Homem batedor de areia em bicho-rapina (Sand scout human in crodlu)

O bicho-rapina já há bastante tempo começaram a ser utilizados pelos exploradores dos desertos pedregosos – os que se atrevem a domá-los. Mesmo que essas bestas semisselvagens não incluem grandes mamíferos em sua dieta (de fato, as criações se sentem tranquilos perto deles), são perigosos se ameaçados. O segredo de sua domesticação é um segredo passado de pai para filho.

Curiosamente bichos-rapina são mais adaptados a terrenos fofos, como a areia, do que firmes, como o chão de uma cidade, pois sofrem ferimentos devido ao impacto de seus dedos. Considere que seus redutores de movimentação se aplicam no terreno firme, o oposto dos humanos sofreriam se estivessem pisando em terreno fofo. Forçar esses animais em terrenos firmes pode fatigá-los devido ao cansaço e ferimentos. Os pés de um bicho-rapina são sensíveis ao frio, de modo que também estão sujeitos a mesma fadiga.

Montado no fiel bicho-rapina, um jovem batedor do deserto pedregoso vasculha suas fronteiras.

CRODLU Riders: 11-702 (AD&D: Dark Sun Miniatures). [S.l.]: Ral Partha, 1991.










domingo, 2 de outubro de 2011

Homem abadrin druida (Abadrin druid human)

Druidas são homens tocados pela natureza, essa, criada como produto da inspiração da deusa Maira. Em estado de união com a natureza, eles adquirem compreensão e poderes cada vez maiores que não depende da adoração direta a deusa da natureza. A explicação teológica dos clérigos de Maira para a existência dos druidas, das mãos do próprio mundo natural criado por Maira, é um mistério da fé.

Sendo eremitas, ou estando organizados em sociedades próprias, eles podem ter as relações das mais variadas com outros grupos. Alguns, de fato, se relacionam com comunidades ou mesmo cidades, apesar é claro, de ainda passarem a maior parte do tempo no ambiente natural.

Este druida abadrim é um protetor do povo nativo que habitam o litoral sul do reino de Abadom. Esses povos nômades fazem grandes esforços para sobreviver numa terra assolada por monstros perigosos, como bestas mágicas, humanóides monstruosos e mesmo dragões. O druida, como conhecedores do mundo natural, junto com os caçadores, rastreadores e clérigos de Maira, estão entre os indivíduos mais respeitados da devastada sociedade abadrim.

Nas minhas aventuras eu não uso os magos naturalistas. Porém , todos conceitos desses magos são utilizados na interpretação do druida tagmariano.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Druida. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2010.

O druida tenta contato com um Quatzan para que mude sua rota de coletas e com isso, evitar incidentes mais desagradáveis.






O BLOG POSSUI MUITAS POSTAGENS ANTERIORES. CONFIRA EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS, AO FINAL.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Elfa florestal sacerdotisa de Maira, a deusa da natureza (Cleric of Maira forest elf, the goddess of nature)

Os elfos florestais é outra das três raças de elfos (junto com os elfos dourados e os elfos negros). Apesar de criados por Palier, esses foram abraçados pela deusa da natureza Maira. Com uma ligação muito grande com a natureza, eles se tornam, por vezes, tão selvagens quanto os animais, as plantas ou mesmo como bestas mágicas do mundo natural.

São os sacerdotes da deusa que abençoam os elfos, os rastreadores e todos aqueles que protegem e respeitam a natureza e seus seres. Eles também punem quem a maltrata.

Na escolha de cores para pintar os elfos florestais, considerei o fato de que eles imitam os ambientes naturais onde habitam. Daí a importância do uso das cores verde, amarela, marrom, preto, vermelho e suas variações.

Para os tons de pele, gosto da cor morena, pois lembra o marrom, uma das cores da natureza que mais lembra pele humanizada. Para os cabelos, cores como preto, castanho e verde caem bem.

Barêndi não é tolo em recusar a saudação da clériga, apesar de ser um seguidor de Parom, o deus dos artífices.


ELFOS
·          Tamanho médio.
·          Deslocamento base: 9 metros.
·          Imunidade a magias e efeitos de sono e paralisia. Elfos não dormem, ao invés disso entram num estado de transe por um período de 4hs equivalente em descanso ao sono comum. Elfos não sonham.
·          +2 de bônus racial de resistência contra magias ou efeitos similares de encantamento.
·          Visão na penumbra: 36m. Consegue distinguir cores e detalhes.
·          Beleza: +4 de bônus nas perícias Diplomacia e Blefar que envolvam situações de sedução com humanos e meio-elfos de ascendência humana. Os elfos são agraciados com a perfeição física do Deus Palier.
·          Idioma/escrita básico: malês, élfico, escrita élfica.
·          Idiomas/escritas adicionais: goblin, khurng, silvestre, voz da pedra. Caso seja clérigo, inclui-se na lista: celestial e infernal.
ELFO FLORESTAL
·          +2 de destreza, -2 de constituição.
·          +2 de bônus racial para testes de Percepção baseados em Audição e Visão; +2 de bônus racial em testes de Natureza e Sobrevivência. Percepção, Natureza e Sobrevivência são consideradas perícia de classe.
·          Usar armas: Todo o elfo possui o talento Usar Arma Comum: espada longa, sabre, arco curto (comum, composto e reforçado), arco longo (comum, composto e reforçado).
·          -2 de redutor nas seguintes perícias: Diplomacia, Blefar e Atuação com qualquer criatura de cultura não-florestal. -6 contra inimigos raciais (anões, orcos, gigantes e similares). Elfos são xenófobos e desconfiados.
·          Classe favorecida: rastreador.

Tabela de envelhecimento
Raça
Maturidade
Velho
Venerável
Idade máxima
Elfos1, 2
225 anos
337 anos
450 anos
+6d100+50 anos

1Elfos não recebem redutores durante a maturidade, velhice ou venerabilidade. O tempo cobra o envelhecimento do elfo subitamente no último ano de vida, o qual receberá todos os bônus e redutores nas frações deste último ano. Os elfos podem escolher “envelhecer” (veja abaixo).

2Elfos dourados podem decidir não morrer, mesmo ultrapassando a idade máxima, desde que tenham Vontade de Viver (um sentimento profundo de cumprir uma tarefa que exige a existência de sua vida, até que a tarefa se conclua ou uma nova necessidade apareça). Ainda sim, são necessários testes de Vontade CD 10+ nível do personagem, a cada aniversário, para que seu ímpeto não desapareça. (a explicação se deve ao fato de que quanto mais plena a vida do personagem, menos razões e desafios se abre para ele, visto que haverá poucas coisas que ainda resta ser feita). Esses testes devem ser feitos apenas quando o personagem ultrapassa idade máxima. Um elfo dourado pode deliberadamente sofrer os efeitos do envelhecimento se assim desejarem, desde que alcancem esta idade (para isso, um elfo deve passar por um período de 1d6 meses em meditação na sua terra natal para que possa “envelhecer” seu corpo e mente).