Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.

Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!

e-mail: alanluiz2@gmail.com
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segunda-feira, 27 de abril de 2020

Bárbaro Andarilho

Um típico habitante de planaltos agrestes, sempre em busca de saques e promessas de riquezas.





Captador Eunuco

Um eunuco de captação de mulheres para haréns dos ricos e poderosos. Diferente de muitos de seus irmãos de guarda, os captadores auxiliam grupos de caça de modo a refinar buscas segundo os gostos de seus senhores e promovendo maior integridade do material.




Uma gata selvagens que será domada!

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Soldado raso


Soldados rasos raramente trabalham como voluntários. Colhidos da plebe campesina, são alegremente liberados pelos pais devido a possibilidade de melhora de vida pelo privilégio. Afinal, qualquer problema com a família do soldado tende a angariar maior atenção.

Noviços imberbes de 13-14 anos são os ideais: a juventude providencia a dose devida de destemor frente aos perigos menos óbvios bem como a inexperiência adequada para receber a intimidação de sargentos e tenentes.

 A possibilidade de cair nas graças de um lorde e por conseqüência  ganhar tarefas mais vistosas serve para abstrair a tristeza da longa distância do vilarejo de origem ao prestar serviço em distantes marcas. Aqueles que suportam intempéries por duração suficiente e conseguem agradar um senhor em tempo hábil retornarão às patrulhas nas cidades (e até conseguem "envelhecer" aos 40 anos).

Essa miniatura pertence a uma coleção antiga de peças de 25mm de altura. Ao compor minha coleção, dei a essas figuras a condição de serem jovens soldados para terem coerência com miniaturas de outros fabricantes de tamanhos de 28mm e 32mm de forma a não parecerem desencontradas com a escala. Pensar neste soldado como um recém recruta leva em conta a realidade do mundo medieval.

PERRY, Alan; PERRY, Michael. Billman atacking. (C26 Men At Arms - Compendium 3). [S.l.]: Citadel, 1986?. 



"a juventude providencia a dose devida de destemor frente aos perigos menos óbvios". Mas...não está óbvio?

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Executor (Executioner)

Em toda comunidade há alguém com a tarefa difícil(?) de realizar as funções de executor e carrasco  dos condestáveis.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas, mais especificamente, aqui.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Ferum, o carrasco. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2016.





domingo, 18 de maio de 2014

Homem batedor de areia em bicho-rapina (Sand scout human in crodlu)

O bicho-rapina já há bastante tempo começaram a ser utilizados pelos exploradores dos desertos pedregosos – os que se atrevem a domá-los. Mesmo que essas bestas semisselvagens não incluem grandes mamíferos em sua dieta (de fato, as criações se sentem tranquilos perto deles), são perigosos se ameaçados. O segredo de sua domesticação é um segredo passado de pai para filho.

Curiosamente bichos-rapina são mais adaptados a terrenos fofos, como a areia, do que firmes, como o chão de uma cidade, pois sofrem ferimentos devido ao impacto de seus dedos. Considere que seus redutores de movimentação se aplicam no terreno firme, o oposto dos humanos sofreriam se estivessem pisando em terreno fofo. Forçar esses animais em terrenos firmes pode fatigá-los devido ao cansaço e ferimentos. Os pés de um bicho-rapina são sensíveis ao frio, de modo que também estão sujeitos a mesma fadiga.

Montado no fiel bicho-rapina, um jovem batedor do deserto pedregoso vasculha suas fronteiras.

CRODLU Riders: 11-702 (AD&D: Dark Sun Miniatures). [S.l.]: Ral Partha, 1991.










terça-feira, 15 de novembro de 2011

Jocasta Priamo

Mais um lançamento de desenho do Tiarles aqui no blog! Dessa vez conheceremos Jocasta Priamo, da jogadora Laisa Ramos.

A personagem tem seu nascimento em Calco, mas foi criada em Marana, onde passa suas aventuras com outros aventureiros, incluso aí, as personagens Monforti e Mirai Alcaiu.

O Tiarles oferece a oportunidade de todos os leitores fazerem os seus personagens prediletos com ele. Basta contatá-lo na sua vitrine virtual, na Desenhos e/ou Rabiscos. Lembrando que os direitos autorais, morais e de propriedade de todas as imagens da promoção são dele. Qualquer um que queira usar suas imagens deve citar os devidos créditos. E se encontrarem qualquer site usando essas imagens, favor denunciar!

Abaixo, a história de Jocasta.

Jocasta Priamo


Filha de Dougal e Lívia, nascida no reino de Calco.

Jocasta estava destinada a nascer um lar feliz, se não fosse por um acontecimento instituído pelo destino, um incidente infeliz, o falecimento de sua mãe após dar a luz a mesma.

Naquele fatídico dia, Dougal após acabar sua refeição noturna, resolveu conversar com seu hóspede Moisés que estava prestes a ir embora, quando ouviram os gritos. Dougal identificou como o de sua amada esposa e sem pestanejar correu-lhe ao encontro. Ao vê-la caída ao chão, segurando a barriga, tomou-a em seus braços, levou-a para o quarto e solicitou a Moisés que fosse buscar a parteira. Moisés girou nos calcanhares e foi cumprir sua missão o mais rápido que pode, já que era de idade avançada.

Lívia cada vez gritava mais e mais alto, suava frio e quando a parteira invadiu a casa apressadamente estranhou, ainda faltava mais de um mês para a criança nascer, mas o trabalho de parto havia começado. O mais depressa possível se preparou para que pudesse trazer aquela apressada criança ao mundo e quando solicitou a Dougal que saísse do quarto, foi-se toda aquela aparente calma e o mesmo começou a descontrolar-se, gritando que não poderia deixar a pessoa que ele mais amava gritando por ele e fazendo força para ficar.

Foi através de um argumento, após eternos minutos de convencimento, que Moisés, conseguiu convencer Dougal a sair do quarto e deixar a parteira trabalhar. O “convencimento” de Moisés foi tão eficaz, que Dougal saiu do quarto como se nada estivesse acontecendo, como estivesse vivenciando outro momento feliz de sua vida.

O parto foi deveras complicado e somente após o choro da criança, foi que os gritos de Lívia cessaram, mas somente cessaram porque ao dar a luz, Lívia faleceu.

Dougal parece ter saído de seu momento de transe, ao escutar o choro de sua filha e novamente começou a desesperar-se querendo vê-las e imaginando que aquele era o dia mais feliz de sua vida, pois era o dia que foi esperado por tanto tempo pelo casal, afinal de contas, os deuses os haviam abençoado depois de anos de oferendas na busca do milagre de sua esposa poder gerar um filho. Plantou-se na porta do quarto e ficou esperando até a parteira abri-la e quando a parteira o fez e ele viu o rostinho de sua filha pela primeira vez, não pode conter as lágrimas, eram lágrimas de alegria, de alívio... e não via a hora de correr para sua esposa e beija-la, agradecendo pelo belíssimo presente.

Quando foi em direção a cama, a parteira o parou, colocando a mão em seu peito e sem emitir nenhuma palavra baixou a cabeça e soltou um longo suspiro. Dougal olhou para o corpo imóvel de sua amada esposa e se aproximou lentamente. Ao chegar bem perto, com uma das mãos lhe afagou o cabelo e foi caindo de joelhos ao lado da cama, sem emitir um só som.

De joelhos com sua filha no colo e olhar distante, gritou, gritou com toda força de seus pulmões pelo nome de Lívia e desmoronou em um mar de lágrimas. A parteira, tomando a criança em seus braços a tirou do quarto, permitindo que Dougal e Lívia tivessem seus últimos momentos juntos.

A cerimônia religiosa foi realizada no dia seguinte. Dougal não expressava mais vida em seus olhos e pediu a Moisés que ficasse com sua filha, já que este havia se mostrado um bom homem. Passaria o dia fora, para colocar sua cabeça no lugar. Moisés vendo o desespero do homem aceitou de pronto o pedido.

Passou um dia, uma semana, duas e Dougal não voltava. Acabara o tempo de pesquisa de Moisés naquele lugar e ele tinha responsabilidades que deveriam ser retomadas. Deixando um bilhete e recado com os vizinhos, levou a criança para Lubliana e chamou-a de Jocasta, que era o nome da vontade dos pais.

Os anos se passaram e Dougal não mais apareceu e não deixou qualquer vestígio de vida, então Moisés Priamo criou e cuidou de Jocasta como sua própria filha, iniciando-a inclusive no mundo da magia e compartilhando seus conhecimentos no intuito de a mesma poder auxiliá-lo.

Por ter tido um começo de vida tão infeliz, Moisés sentiu-se na obrigação de evitar ao máximo qualquer sofrimento para Jocasta e a criou cercada de carinho e proteção. Jocasta teve uma infância feliz, apesar de sua vida reclusa se esforçou muito para aprender tudo o que Moisés a ensinara.

Ao chegar à adolescência, Moisés decidiu que era hora de Jocasta se socializar, já que a mesma apresentou muita vontade e ansiava desesperadamente pela oportunidade. Nesta trajetória de conhecimentos e relacionamentos interpessoais, estabeleceu dois melhores amigos Lardiner e Amoá. Sempre que podiam estavam juntos, pois afinal de contas, todos trabalhavam e estudavam no mesmo lugar. Amoá era serviçal do príncipe, Lardiner fazia parte da guarda e Jocasta vivia estudando lá, pois era o trabalho de seu pai, que era o sábio de Lubliana.

Com o passar do tempo, Jocasta foi amadurecendo e começou a se interessar por Lardiner. Não o via mais como aquele menino franzino com quem nos momentos em que não estava reclusa, fugia para brincar, mas como um homem. Apesar de todo interesse afetivo que Jocasta nutria por Lardiner, nunca tocou no assunto, esperava o momento para falar, quando o ouviu em uma roda de amigos esnoba-la, humilhando-a de maneira tal que ela não pode reconhecer seu amigo, aquele se sempre a defendeu, desta vez sem piedade esnobava-a, dizendo inclusive que ela não era nada, não era capaz de nada e não nunca serviria para nada a não ser cuidar do pai quando este envelhecesse.

Com o coração em frangalhos, Jocasta se afastou tentando não ser percebida pela roda de soldados e buscou um canto para desabafar, chorar e ver se aquele sentimento, aquela dor pudesse sair de dentro de seu peito. Nunca sentira tanta dor e foi ai que parou para pensar em sua vida. Realmente nunca havia feito nada de especial e sentia que tinha potencial para fazer. Com isso, ela sentiu que poderia provar para ela mesma, para o Lardiner e todos os outros que riram dela que era capaz de algo que não só cuidar de um pai velho.

Mesmo sentindo-se humilhada, desorientada e sua auto-estima lá no pé, sentiu seu coração queimar de desejo e esperança de uma vida melhor, a vida que ela realmente queria e não a vida no qual ela caira de pára-quedas.

Jocasta então resolveu buscar aventuras e auto-conhecimento, prometendo a Moisés sempre voltar para que ele veja que ela está bem e que quando se sentir pronta ficará em Lubliana definitivamente para continuar seu aprendizado.

Jocasta nunca se mantém muito tempo distante pois precisa manter seu pai tranqüilo, sabendo que ela está bem e também porque apesar de todo o sofrimento, não consegue esquecer Lardiner.

domingo, 13 de novembro de 2011

Homem cálcore mago do conhecimento de Saravossa (Knowledge wizard cálcore humano of Saravossa)

Os magos do conhecimento encontram seu poder místico na junção de sua força de vontade com a energia senciente do Universo, de forma a transformá-la em energia mística bruta e moldável. Isso os permite desenvolver proteções mágicas, meios de obtenções de informações, e domínio sobre a mente dos outros. Em outras palavras, permite entender da essência de todas as coisas. Seus colégios possuem influencia forte nas capitais dos reinos de Conti, Marana, Portis, e Calco.

No reino de Calco, o mais desenvolvido do Mundo Conhecido em áreas do saber como informações, tecnologias, e magia; dentre todos os grandes colégios de magia: elementalista, necromântico, ilusionista, alquímico e do conhecimento; este último é o mais aceito pelas gentes. Seus membros comumente atuam como tutores e professores de nobres; e, em Calco, de forma jamais vista entre os demais reinos, atuam como professores para o povo (junto com o clero de Palier, claro). Em Saravossa, capital de Calco, eles tem a academia mais opulenta dentre os demais colégios.

Naturalmente, este mago do conhecimento cálcore é bastante orgulhoso de seu poder e influencia, ainda que é tomado por serenidade comum a magos dessa escola, pois entendem que aprendizado está no ouvir, e não no falar.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Mago branco. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

A energia mágica do cetro irradia em seu traje e o alerta do perigo. Seria o marano atrás dele?






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domingo, 30 de outubro de 2011

Homem portien mago elementalista de Estenorial (elementalist wizard portien humano of Estenorial)

O poder das forças elementais (fogo, água, ar e terra), que os Titãs deixaram no mundo físico, causa uma grande apreensão e terror por parte dos povos menos tolerantes à magia. O resultado disso é uma grande repressão e ódio pelos elementalistas (os praticantes dessa magia) em boa parte do mundo.

No reino de Portis é diferente. O fantástico reino da magia e lar dos mais poderosos magos do Mundo usa a magia de forma aberta, e seu reino é marcado por isso. Pelas ruas da capital: postes de chama eterna; milicianos magos; e lojas de venda de itens mágicos, e muitas outras coisas.

Enquanto a capital, Runa é sofisticada, na cidade agrícola de Estenorial grande parte do povo é camponesa.

Lá o poder da magia torna-se igualmente vivo. O poder do elementalista mexe a terra, trás a água, venta o pólen das plantas e controla o fogo. Claro que por vezes os presentes cleros da agricultura (Selimon, Líris e Quiris) e da natureza (Maira) exigem para si a intervenção da magia na terra em honra a seus deuses.

Este mago particularmente usa roupa de algodão cru, visto que o recido bruto produzido aqui só será refinado na capital. Para esse mago, é mais fácil ter uma roupa que, quando se suja de terra, ou se queima, ou se molha, não demonstra estar tão suja (afinal, a sua cor já é aparentemente suja). Apenas as insígnias dos elementos é que não pode faltar, para indicar seu status na terra da magia.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Conjurador. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

O elementalista trás um elemental da terra de tamanho médio para atender as necessidades de uma fazenda.






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domingo, 9 de outubro de 2011

Homem dantsino clérigo padre de Blator, o deus da guerra e da força ( Dantsin human priest cleric of Blator, the god of the war and strength )

Foi instituída recentemente no reino de Dantsem a Sacra Escola de Guerra.

Numa pesada resistência de guerra com o expansionista reino vizinho Verrogar, que dominou uma parte considerável de seu território, ela não conta com homens preparados adequadamente para a guerra. Muitos são camponeses, por vocação.

Esse desespero fez com o rei pedisse o auxilio do clero de Blator. E com isso, o sumo sacerdote Catrius Dejanim fora erguido como o senhor da guerra do reino. Quartéis as dezenas foram erguidas em questão de dias, e os padres de Blator tornam-se sargentos quase que imediatamente, dada a urgência do rei Azuma.

Este é um dos sargentos clérigos. Blator se tornará mais um deus nacional caso faça a diferença na libertação de Dantsem.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Clérigo do caos. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

Será possível coordenar, numa batalha, um mercenário, um bárbaro e um anão, na mesma tropa?






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domingo, 2 de outubro de 2011

Homem abadrin druida (Abadrin druid human)

Druidas são homens tocados pela natureza, essa, criada como produto da inspiração da deusa Maira. Em estado de união com a natureza, eles adquirem compreensão e poderes cada vez maiores que não depende da adoração direta a deusa da natureza. A explicação teológica dos clérigos de Maira para a existência dos druidas, das mãos do próprio mundo natural criado por Maira, é um mistério da fé.

Sendo eremitas, ou estando organizados em sociedades próprias, eles podem ter as relações das mais variadas com outros grupos. Alguns, de fato, se relacionam com comunidades ou mesmo cidades, apesar é claro, de ainda passarem a maior parte do tempo no ambiente natural.

Este druida abadrim é um protetor do povo nativo que habitam o litoral sul do reino de Abadom. Esses povos nômades fazem grandes esforços para sobreviver numa terra assolada por monstros perigosos, como bestas mágicas, humanóides monstruosos e mesmo dragões. O druida, como conhecedores do mundo natural, junto com os caçadores, rastreadores e clérigos de Maira, estão entre os indivíduos mais respeitados da devastada sociedade abadrim.

Nas minhas aventuras eu não uso os magos naturalistas. Porém , todos conceitos desses magos são utilizados na interpretação do druida tagmariano.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Druida. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2010.

O druida tenta contato com um Quatzan para que mude sua rota de coletas e com isso, evitar incidentes mais desagradáveis.






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