Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.

Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Soldado raso


Soldados rasos raramente trabalham como voluntários. Colhidos da plebe campesina, são alegremente liberados pelos pais devido a possibilidade de melhora de vida pelo privilégio. Afinal, qualquer problema com a família do soldado tende a angariar maior atenção.

Noviços imberbes de 13-14 anos são os ideais: a juventude providencia a dose devida de destemor frente aos perigos menos óbvios bem como a inexperiência adequada para receber a intimidação de sargentos e tenentes.

 A possibilidade de cair nas graças de um lorde e por conseqüência  ganhar tarefas mais vistosas serve para abstrair a tristeza da longa distância do vilarejo de origem ao prestar serviço em distantes marcas. Aqueles que suportam intempéries por duração suficiente e conseguem agradar um senhor em tempo hábil retornarão às patrulhas nas cidades (e até conseguem "envelhecer" aos 40 anos).

Essa miniatura pertence a uma coleção antiga de peças de 25mm de altura. Ao compor minha coleção, dei a essas figuras a condição de serem jovens soldados para terem coerência com miniaturas de outros fabricantes de tamanhos de 28mm e 32mm de forma a não parecerem desencontradas com a escala. Pensar neste soldado como um recém recruta leva em conta a realidade do mundo medieval.

PERRY, Alan; PERRY, Michael. Billman atacking. (C26 Men At Arms - Compendium 3). [S.l.]: Citadel, 1986?. 



"a juventude providencia a dose devida de destemor frente aos perigos menos óbvios". Mas...não está óbvio?

domingo, 16 de outubro de 2011

Meio-elfo ludgrímio guerreiro da guarda de Donatar (figther ludgrímio half-elf of Donatar’s guard)

Ludgrim é um reino de meio-elfos. Apesar de não parecer possuir um exército organizado, isso não se mostra verdade.

Os guerreiros do exército ludgrímio são exímios arqueiros, e muitos possuem táticas de combate derivada dos batedores e rastreadores do reino. Batedores e rastreadores elfos. Em suas costas ele exibe a insígnia do reino, nas cores comuns dessas raças.

Este arqueiro é da guarda do Forte Galatel, construído as margens do Rio de mesmo nome. Lá se encontra o famoso peixe pigi, ingrediente fundamental para elaboração de poções de invisibilidade. Este soldado tem a missão fundamental de proteger sua margem dos contrabandistas.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Elfo arqueiro. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

Esse elfo prepara-se para rechaçar um ataque orco.







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domingo, 25 de setembro de 2011

Catarine, mulher azantiana guerreira caçadora de masmorras (Catarine, hunter dungeon fighter azantian human)

Catarine é isso: uma gananciosa, ávida por tesouros enterrados!

Natural de Azanti, ela não é baixa para o padrão de sua raça. Ela tem apenas 15 anos!

Ex-prostituta de Zanta, convenceu guerreiros aposentados a ensinarem os segredos das armas, usando as suas outras “armas”.

Estas mesmas “armas”, por vezes, podem ser úteis em outras necessidades, como cooptar aventureiros para suas incursões em lendas de masmorras repletas de possíveis tesouros. Ela entende a importância de ter um ladino superador de armadilhas, ou da magia, e irá querer estes indivíduos ao seu lado.

Ela é honesta o bastante para realizar uma partilha justa da pilhagem, e é capaz de auxiliar um aliado, desde que isso seja importante para o término da tarefa e não a arrisque. Ela não é de toda má, mas apenas pensa nela mesma.

Ela uma, diante de seus olhos, surgiu uma estranha criatura de corpo humanóide. No lugar da cabeça mantinha o corpo de um polvo, e tal ser sugava calmamente o cérebro de um anão ainda vivo. Tal visão a entusiasmou e ela passou a adotar a imagem do monstro como motivo para seus escudo e ombreiras, na esperança de um dia atrair a atenção dessas feras. Com qual objetivo? Nem mesmo ela fala.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Guerreira b. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

Ela cooptou um mago e uma clériga para uma próxima missão...






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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Anão da neve (Snow dwarf)

POSTAGEM REFERENTE AO DIA 19/09/2011

Esta raça pequena em comparação aos anões tem o tamanho meio termo entre um pequenino e um anão. Possui barbas são como a neve, olhos azuis como o frio, pernas grossas, pele pálida com pontos avermelhados como um pimentão, devido ao hábito cultural de se expor ao forte reflexo do sol no gelo. Naturais das Geleiras, como os demais anões, são muito apegados às suas terras nativas.

Diferentes dos anões comuns, não acumulam riquezas (ainda que prezam muito pela propriedade privada). Vivem da caça e da coleta de subsistência, com um pequeníssimo excedente para adquirir itens úteis que não podem produzir. O que eles sim, gostam de acumular (e isso os assemelha aos demais anões) são as coleções de proezas, como montar um grande urso polar, ou valentemente cortar a barba de gigante do gelo.

Entre os hábitos cultivados da raça, estão: a equitação de cães esquimós; as feitorias de peles; e montagem de itens de madeira verde (arvores que crescem ao redor do Domo de Arminus), como esse escudo.

Normalmente se tornam guerreiros, bárbaros, rastreadores, druidas e clérigos da Maira “branca” (aspecto de Maira ligada diretamente ao frio), Ganis (na forma do gelo e dos icebergs) e Blator.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Anão guerreiro a. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

Uma aliança incomum: um pequenino, um anão da neve e um anão das terras de Rarurg.







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domingo, 11 de setembro de 2011

Meio-elfo Tenente da guarda oligarca Caliaca, Cidade-estado de Pino (Lieutenant Half-elf of Caliaca’s oligarch guard, city-state of Pino)

A cidade-estado de Pino é historicamente constituída por duas oligarquias: a Toredo, nativos da região das Cidades-estado, a Caliaca, originária de elfos florestais fugidos de Conti. Quem governa Pino atualmente é Ivana Puni, Caliaca, oligarca com mais poder dentre todos e comandante-em-chefe de todo o exército, filha de um Toredo, o qual matou para assumir o torno. Ela mantém sua ditadura a salvo dos Toredo graças as suas tropas compostas por homens leais, como esse tenente caliaca.

Ivana, como um autêntica citata (como são chamados os habitantes das Cidades-estados) não poupa esforços para tornar seus oficiais meio-elfos muito bem equipada com armaduras pesadas e capas. Ela faz valer o título de Cidade-estado mais belicosa.

Não se enganem os meio-elfos que desejem adentrar nestas terras: serão considerados estrangeiros. E os tenentes meio-elfos são orgulhosos de sua meia herança exclusiva. Mesmo os elfos florestais destas terras são estranhos, sendo chamados de “elfos-duros” pelos demais, devido a sua herança tão urbana e tão pouco florestal (um dia irei desenvolvê-los melhor essa variação da raça).

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Cavaleiro. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.






Recepção “calorosa” ao jovem estrangeiro azantiano.

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domingo, 28 de agosto de 2011

Homem marano aventureiro (Adventurer marano human)

Este homem, um marano típico (a julgar pela barba bem cortada e o feitio da armadura, que igual aos de roupas no “estilo romano”), começa uma carreira de aventuras.

Nos seus 25 anos, levanta o equipamento que consegue de antigos moradores: um colete de couro rígido (corselete de couro batido), velhas espada longa, espada curta, arco, faca e machadinha. Abandona sua vida de camponês na vila de Pétala em Marana, e toma a estrada.

O primeiro encontro do guerreiro...

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Mestre de armas. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.







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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Monforti

Esse é o mais novo personagem desenhado pelo nosso artista Tiarles! A história de Monforti foi criado pelo jogador Tiago Pacheco. Para quem não o conhece, ele é um dos redatores da RedeRPG de “RPG e Sociedade”. Ele é ainda o criador do RPG Agadá.

O personagem se aventura também em Lubliana, em Marana, e é dos aliados da elfa dourada Mirai Alcaiu.

Monforti


O jovem Felix teria sido mais um órfão trombadinha pelas ruas de uma cidade de Porto Livre se não fosse por um estranho desconhecido que o abortou num beco pela madrugada. Ao tentar roubar-lhe a algibeira, o estranho homem encapuzado segurou suas mãos e lhe propôs:

“Deseja ter uma vida melhor que esta?
Félix olhou, assombrado e desconfiado.
Uma vida na qual você deixaria de ser um rato e tornar-se-ia um corvo, para vingar-se dos que promovem a miséria?

A criança nada entendia. Mas aceitou a proposta, pois achava que era a oportunidade de sair da vida desgraçada que os deuses lhe proporcionaram. Ele foi então levado (vendado) a um casebre isolado, bem distante da cidade, onde pode ter, pela primeira vez, uma refeição decente (embora simples) e local quente para dormir. Naquele local, havia outros órfãos que dormiam pelo chão em pequenos sacos de dormir.

Durante as semanas seguintes, homens encapuzados entravam e saiam da casa. Comida não era problema para as crianças, mas estes estranhos homens jamais falavam com elas. Neste meio tempo, metade das crianças saíram para explorar os arredores ou mesmo para retornar a cidade, enquanto algumas se acostumaram a brincar ao redor do casebre e as suas refeições regulares. As crianças que iam muito longe jamais voltavam, mas aqueles que ficavam achavam que simplesmente eles voltaram para a cidade.

Entretanto, um dia as coisas mudaram. Finalmente um daqueles homens encapuzados falou com as crianças:

“Escutem bem! Vocês foram acolhidos e bem tratados. Agora, quero que façam um favor para mim”. O homem despeja várias pedras preciosas e moedas de ouro e prata sobre a mesa, e continua: “Tomem conta deste tesouro para mim. Quando retornar, quero ver cada peça exatamente como está, ou todos vocês serão expulsos e voltaram a viver em ruas imundas”.

Sem mais nenhum comentário, o homem foi embora. Tão logo ele saiu da sala, as crianças já se entreolharam desconfiadas e confusas, mas algumas delas com a cobiça no olhar. Metade do dia se passou e alguns dos órfãos, discretamente, procuraram aos arredores sinais dos homens. Como nada foi encontrado, começou-se a discussão pela apropriação do tesouro. Algumas crianças, incitadas por um moleque chamado André e Valmar (este ultimo o mais velho e forte entre eles), queriam pegá-lo e voltar a cidade. Félix não aceitou a idéia, já que considerava isso uma tremenda ingratidão, e foi apoiado por Lívia (uma órfã de olhos lindos e comoventes) e Dorovil (um melancólico meio-elfo). As demais crianças estavam confusas e em duvida.

A discussão foi acalorada até que André encheu-se dela e foi até a mesa, pegando o tesouro e colocando-o no saco. Lívia tentou impedi-lo, colocando a mão em seu braço, mas recebeu um empurrão que levou-a ao chão. Imediatamente Félix avançou sobre André, Dorovil engalfinhou-se com Valmar e Lívia tentava ajudar a ambos tacando coisas e atacando por trás. No auge da briga, seis homens de capuzes pretos adentram ao local, e imediatamente as crianças pararam de brigar, olhando timidamente para os homens. André tentou falar:

“Tio, eles tentaram...”

O homem não o deixou terminar a frase. “Cale-se” disse ele, “nós estávamos escondidos e vimos tudo”.

André e Valmar ficam apavorados. O homem volta-se para as crianças que não se envolveram e diz: “Covardes! Haveria um roubo diante de vocês, e nada fariam? Arriscaram voltar a viver nos becos sujos ao fazer alguma coisa? Pois bem. Vou devolvê-los as ruas de onde saíram, seus ratos miseráveis!”

Os outros três homens põem as crianças para fora, onde há uma carroça, vendas e cordas para levá-los. Elas esperneiam, gritam e choram, mas não conseguem escapar dos homens armados, e também pelo casebre não ter janelas baixas que alcançassem. O homem então pega algumas pedras e moedas e vira-se para André e Valmar:

“Então, vocês pagam a quem te alimenta e acolhe com roubo não é? A ganância lhes impele a ter mais, mesmo que seja desonestamente e as custas dos outros?”.

Eles estão apavorados, chorando e pedindo perdão. O homem quebra facilmente a moeda e a pedra, que nem eram de metal, nada mais que falsificações, frustrando ainda mais os moleques.

“Levem os dois” ordena o homem. As crianças choram e esperneiam desesperadas por não saber qual será seu destino. Finalmente, o homem olha para Félix, Lívia e Dorovil: “Muito bem” diz ele, “é isso que se espera de homens e mulheres honrados”.

Os três se entreolham, assustados. Mas o homem os congratula:

“Bem vindos ao abrigo Monforti”.

Os três cresceram no abrigo, e passaram por testes subseqüentes acerca de sua lealdade e honestidade. As vezes, novas crianças chegavam, e eles eram usados como espiões para relatar aos homens o que elas queriam ou diziam. Quando completaram finalmente descobriram o que era o Abrigo Monforti: um local onde órfãos eram recolhidos para serem treinados e integrar a Guilda dos Vingadores, especializada em capturar ou (mais ocasionalmente) matar ladrões, criminosos e autoridades corruptas. Seu líder é Raul, um homem cujo passado está imerso em sangue e lutas entre guildas e piratas. Seu passado negro e a perda da esposa o tornara o Vingador que criou e liderou esta organização.

A Guilda dos Vingadores aterrorizou a região de Porto Livre com assassinatos e apreensões de posses obtidas por meios escusos (inclusive de autoridades). Estas apreensões eram usadas para manter o grupo e o Abrigo Monforti, além de auxiliar trabalhadores e até mesmo comerciantes lesados. Tortura e interrogatório também fazem parte dos métodos da Guilda mas, apesar da fama, ela não foi capaz de desequilibrar a balança de poder na região.

Os três órfãos foram treinados para formar a segunda geração da Guilda e aumentar seu numero. Félix e Dorovil tornaram-se Batedores, como a maioria dos membros da organização. Lívia se tornou uma Ladina, e usava seu charme e discrição para obter informações em cidades. Eles apenas tiveram papéis secundários nas missões que participaram, até que seu árduo treinamento estivesse completo.

Entretanto, uma tragédia se abateu ates que eles pudessem realizar missões em papel de protagonismo. Após uma missão que envolvia a captura de um pirata e do mestre de Guilda que com ele estava mancomunado, quase toda a tropa foi emboscada e capturada no porto da cidade. Obviamente, foi uma emboscada. Raul cometera um erro: seu arquiinimigo era o mestre em questão e ele não pesou bem as conseqüências do ataque.

Os Vingadores lutaram bravamente e infligiram muitas baixas, enquanto tentavam fugir usando sua grande capacidade de movimento, mas Raul tombou morto junto a vários Batedores que ali estavam. Félix sobreviveu na dramática retirada do porto, mas ele sabe que Raul deu a vida para que ele e outros escapassem. Lívia conseguiu fugir por estar na retaguarda. Sobre Dorovil, ele foi gravemente ferido e depois não mais foi visto.

Nas semanas seguintes, assassinos procuravam Vingadores para matar, e a Guilda dispersou-se. Félix nada sabe sobre Lívia nem Dorovil (se é que ele está vivo). Mas seu ódio contra criminosos somente cresceu ao invés de ser abatido. Ele viajou para o oeste a fim de juntar-se a um grupo de aventureiros e reunir grande experiência para retornar aos Portos Livres e reestruturar a Guilda dos Vingadores. Para esconder sua identidade, ele usa o nome do abrigo que o acolheu enquanto criança: Monforti.


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sábado, 9 de julho de 2011

Portão do templo de Palier, deus do conhecimento e da magia (Palier’s temple gate, god of knowledge and magic)

Cada religião protege a glória de sua divindade e/ou seus locais sagrados. Alguns com armadilhas, guardiões incessantes ou magias mortais.

Ou, apenas com entradas bem seladas.

Decerto, um iniciado nos conhecimentos de religião identificaria este portão de um templo de Palier. A começar pelo sol estampado no topo, um dos símbolos do deus, lateralizados pelos grifos em metal dourado. Aliás, todos os demais detalhes dourados denotam isso, bem como os antigos dizeres. Portão de madeira e o chão de mármore completam o cenário.

O mago, ao visitar o templo, foi vítima de uma emboscada de Brutalmu e seu capanga ogro. Os demais aventureiros preparam-se para o resgate.



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Goblin guerreiro magicrescido (Fighter goblin magicgrown)

Essa raça normalmente é formada por ladinos ou guerreiros montados em ferais. A infantaria goblin é incomum. Os poucos que atacam a pé destacam-se por sua ferocidade me combate, não deixando nada a dever a um orco.

Neles comumente são magicrescidos pela magia goblin. Com armas pesadas, eles se tornam devastadores! De fato, ficam mesmo maiores do que homens!

Essa miniatura pode ser útil para representar qualquer anão sob o efeito da magia Aumentar pessoa. Ela pode ser obtida na Wicca Workshop - Linha Darklands.

O guerreiro acaba de assumir seu papel de destroçador dado aos poderes do mago goblin.

Abaixo a referência bibliográfica e fotos.

HEDING, Ian. Goblin. São Paulo: Wicca Workshop, [200-?). (Linha Darklands). 1 miniatura de goblin.






sexta-feira, 20 de maio de 2011

Anão guarda-armas veterano magicrescido (Veteran weapons-guard dwarf magicgrown)

Blur é o coração do povo anão do Mundo Conhecido. Isolados de grande parte dos reinos de Tagmar, seu povo anão é o mais recluso.

Esse reino é o berço do povo anão e forma os mais militarizados de todos. Suas terras são repletas de guerreiros, prontos a afastarem os monstruosos orcos e gigantes de suas terras, os elfos negros de Caridrândia, as feras dos Mangues e mesmo contra os elfos florestais de Lâr.

Esse anão é um guarda-armas, a base do exército Blur. Este em particular, é um anão veterano de guerra e já é merecedor de muitos privilégios, dentre os quais , o de receber de Blator o milagre da força gigante, dado pelos Tainetores de Aço, os clérigos de Blator. Na verdade, ele protege as preciosas águas de Blur, vinda das riquíssimas nascentes que rumam ao Salão das Profundezas.

E com esse poder eles podem enfrentar as temíveis feras que possam vir dos Mangues e mesmo mergulhar e remover grandes pedaços de pedra de áreas submersas.

Essa miniatura pode ser útil para representar qualquer anão sob o efeito da magia Aumentar pessoa. Ela pode ser obtida na Wicca Workshop - Linha Darklands.

Unidos, eles são ainda mais terríveis!

Abaixo a referência bibliográfica e fotos.

HEDING, Ian. Anão. São Paulo: Wicca Workshop, [200-?). (Linha Darklands). 1 miniatura de anão.