Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.

Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!

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domingo, 9 de outubro de 2011

Homem dantsino clérigo padre de Blator, o deus da guerra e da força ( Dantsin human priest cleric of Blator, the god of the war and strength )

Foi instituída recentemente no reino de Dantsem a Sacra Escola de Guerra.

Numa pesada resistência de guerra com o expansionista reino vizinho Verrogar, que dominou uma parte considerável de seu território, ela não conta com homens preparados adequadamente para a guerra. Muitos são camponeses, por vocação.

Esse desespero fez com o rei pedisse o auxilio do clero de Blator. E com isso, o sumo sacerdote Catrius Dejanim fora erguido como o senhor da guerra do reino. Quartéis as dezenas foram erguidas em questão de dias, e os padres de Blator tornam-se sargentos quase que imediatamente, dada a urgência do rei Azuma.

Este é um dos sargentos clérigos. Blator se tornará mais um deus nacional caso faça a diferença na libertação de Dantsem.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Clérigo do caos. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2011.

Será possível coordenar, numa batalha, um mercenário, um bárbaro e um anão, na mesma tropa?






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domingo, 2 de outubro de 2011

Homem abadrin druida (Abadrin druid human)

Druidas são homens tocados pela natureza, essa, criada como produto da inspiração da deusa Maira. Em estado de união com a natureza, eles adquirem compreensão e poderes cada vez maiores que não depende da adoração direta a deusa da natureza. A explicação teológica dos clérigos de Maira para a existência dos druidas, das mãos do próprio mundo natural criado por Maira, é um mistério da fé.

Sendo eremitas, ou estando organizados em sociedades próprias, eles podem ter as relações das mais variadas com outros grupos. Alguns, de fato, se relacionam com comunidades ou mesmo cidades, apesar é claro, de ainda passarem a maior parte do tempo no ambiente natural.

Este druida abadrim é um protetor do povo nativo que habitam o litoral sul do reino de Abadom. Esses povos nômades fazem grandes esforços para sobreviver numa terra assolada por monstros perigosos, como bestas mágicas, humanóides monstruosos e mesmo dragões. O druida, como conhecedores do mundo natural, junto com os caçadores, rastreadores e clérigos de Maira, estão entre os indivíduos mais respeitados da devastada sociedade abadrim.

Nas minhas aventuras eu não uso os magos naturalistas. Porém , todos conceitos desses magos são utilizados na interpretação do druida tagmariano.

Esta miniatura pode ser obtida na Kimeron Miniaturas.

Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.

OLIVEIRA, Cinésio. Druida. Goiânia: Kimeron Miniaturas, 2010.

O druida tenta contato com um Quatzan para que mude sua rota de coletas e com isso, evitar incidentes mais desagradáveis.






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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pânula Alcaiu

Antes de Mirai, existiu Pânula, a sua filha.

Mesmo diante deste paradoxo...rs...a jogadora Aline criou Mirai a partir da morte de uma outra personagem que morreu em minha aventura: Pânula, a fim de aproveitar melhor seu histórico e criar ligação. Ela também tem uma história, escrita antes da história de Mirai. E elas se complementam.

Aproveitem.

Pânula Alcaiu

Minha família é uma família grande para elfos dourados, somados somos 5 ao todo, meus pais eram e são apaixonados. Eles trabalham vendendo cavalos e ai esta a alegria deles: Montar, cuidar, tratar dos seus belos cavalos. Eles fizeram questão que nós 3, eu, Lunirai e Diugo, aprendêssemos a montar.

Na minha infância eu brincava muito com eu irmão mais novo, Diugo. Brincávamos fingindo ser cavaleiros com espadas de madeira e pedaços de madeiras que fingíamos ser cavalos. Diugo não levava muito jeito e eu sempre o ganhava, mas, por sua vez, Diugo se tacava no chão dizendo que eu o havia machucado e eu sempre caia nessa, ele fingia muito bem, era um artista.

Papai ensinava a nós 2 a lutar na nossa juventude, a Lunirai ele já havia ensinado, ele dizia que eu lutava muito bem e que sabe um dia eu me tornaria uma grande guerreira. Diugo sabia fazer o básico com uma ma, mas ele não se entristecia por lutar menos que eu, ele achava melhor fingir que narrava uma batalha que eu iria travar com um exercito de orcos sozinha ou coisas assim.

Não tive muito contato com Lunirai, ele tinha 80 primaveras a mais que eu, e quando nasci ele já estava aprendendo a ser guardião. Sempre muito amoroso conosco, dizia que sendo guardião estava nos protegendo e assim se sentia bem.

Eu me sentia muito responsável por Diugo, apesar de ser apenas 5 primaveras mais velha do que ele, eu admito que ele era uma das minhas maiores paixões e as minhas maiores dores de cabeça também. Eu sempre querendo manter as coisas em ordem e ele pegando escondido os cavalos do papai para impressionar as moças, ou pior, as mulheres casadas, o que resultava em algumas surras pela rua. Muitas eu até via, mas não fazia nada, pelo menos até eu ver que estavam sendo severos demais com ele, ai eu me intrometia e é claro dava uma bronca nele. Meu pai ria das situações e minha mãe ficava toda preocupada, ela dizia “Diugo, você ainda vai arranjar sérios problemas por causa de mulher”.

Minha retidão no Condado era respeitada, pois quem me conhecia via em mim alguém de confiança, porem eu era estranhada e isso acabou me isolando. Uma vez de noite me senti tão só que fui para o seleiro, lugar que me escondia quando era pequena, e comecei a chorar, por lá meditei e no meio da minha meditação tive um estranho sonho, sonhei que eu era criança e estava em cima de um pedaço madeira que eu costumava fingir ser meu cavalo e segurava minha espada de madeira. Eu via essa madeira se transforma em um belo cavalo e minha espada de madeira se transformava em um espada bastarda. Na minha frente chegava um cavaleiro, no qual eu não via o rosto, mas ele usava armadura e uma espada, ele dizia que andava a procura de corações como o meu e me dava um símbolo que eu não entendia e ia embora. Após isso eu despertei e fui correndo procurar minha mãe, eu lhe contei o sonho e desenhei o símbolo que eu vi. Ela analisou o símbolo e o sonho e disse que Crisagom havia me visitado em sonho e que meu destino estava com ele. Disse que isso não era comum para os de nossa raça e com jeito amoroso disse que eu deveria ser algum especial. Meus olhos se encheram de água e ela me abraçou dizendo que me apóia naquilo que eu considero certo.

Meu pai me deu dinheiro para eu estudar fora do condado, em Azanti para ser mais exata, e quando voltei já havia me tornado clériga e com umas economias que eu fiz me sobrou dinheiro para comprara minha primeira espada bastarda

Na minha casa as coisas já não eram como antes. Diugo havia se tornado bardo, e Lunirai haviam ido ajudar outros rastreadores; a lesta daqui estava havendo problemas com goblins. No lugar de meu irmão, temporariamente ficou um tal de Umânaque. Esse eu conheci quando estava em uma taverna assistindo o meu irmão cantar, quando meu irmão acabou, as pessoas aplaudiram, porém Umânaque disse que a musica era um lixo. Meu irmão e ele iniciaram um bate boca e em seguida uma briga. Por Umânaque querer bater em meu irmão eu me pus a frente, pois ele era mais forte que Diugo. Disse para que acertasse as contas comigo. Ele deu as costas e disse que não brigaria com uma mocinha frágil ele virou as costas e saiu andando, pedi para que virasse e lutasse pois eu não acertaria ninguém pelas costas, mas ele continuou andando em direção a mata e sumiu.

Dizem que palavra de mãe tem poder, se isso é verdade eu não sei, mas com o Diugo foi o que aconteceu, ela disse que um dia ele haveria um grave problema por causa de mulher e ele arrumou, por causa de um elfa florestal casada. O marido os encontrara juntos e partiu cegamente pra cima de meu irmão com uma faca. Ele entrou na mata para fugir e alguns amigos vieram me avisar que Diugo corria perigo. Fui correndo atrás dele tão desesperada que esqueci minha espada, alem de não encontrá-lo me perdi na mata, o que me colocou ao encontro de 3 Aranhas gigantes. Enquanto eu pensava o que fazer veio do meio do nada, uma flecha e acertou o primeiro e uma voz conhecida os espantou. A voz logo se fez rosto, Umânaque saiu da mata, na hora pensei, pelo menos esse elfo mal educado cumpri bem o dever dele. Eu o agradeci e disse que meu irmão estava perdido, nós voltamos para cidade e ele pegou o rastro de meu irmão, demorou um tempo mas o encontramos, ele estava em cima de uma árvore apavorado. Depois que o levei para casa fui conversar com o elfo, mostrei pra ele que meu irmão estava sim errado, mas a esposa dele também e era ela que devia honrá-lo, não meu irmão. Ele aceitou não ir atrás de meu irmão para matá-lo e disse que ia sair do condado, pois la já havia tido decepção demais, porem disse que se cruzasse com meu irmão de novo iria matá-lo. O que aconteceu com a esposa dele? Só os deuses sabem. O que eu sei é que meu irmão não saiu de casa até que ele se mudasse.

Passa um tempo e Lunirai volta ao condado, que saudades que eu estava dele, ele assumiu seu lugar como guardião. Eu fiz questão de dizer como Umânaque nos protegeu em sua ausência. Eu disse também que queria fazer algo de bom, me sentir útil pois lá parecia que não tinha muito que fazer fora resolver as burradas de Diugo. Eu disse que sabia que havia uma guerra contra os verrogaris em Marana (nossas raças se odeiam) e sentia vontade de lutar contra eles e queria que ele fosse comigo, me levasse até la e lutasse ao meu lado. Ele respirou fundo, disse que não podia largar de novo o posto dele, o Umânaque é bom, porem pouco experiente, e se acontecesse algo grave? Ele tinha que esta la para ajudar nosso condado e nossa família. Ele me propôs chamar o próprio Umânaque para ir comigo, ele não tem a educação dos elfos mas mostrou seu valor, e também é um rastreador, vai saber me levar até lá. Pedi que ele fosse chamá-lo, lhe fiz a proposta e apesar de não parecer um elfo dourado em certas atitudes, ele odeia os Verrogaris como os nossos e aceitou ir comigo. Meu irmão disse para nos apressarmos pois o inverno se aproximava...

Arrumei minha mochila, minha mãe me olhava querendo pedir pra eu não ir e Diugo dizia que sem mim ele ira morrer, mas dessa vez a lábia de Diugo não funcionou comigo. Olhei para minha mãe e disse “Crisagom esta comigo lembra?” e olhei para Diugo e disse “esta mais do que na hora de você se tornar um elfo” Os abracei e chorei. Meu pai e Lunirai chegaram no local, meu pai me disse para eu correr atrás do que me deixa realizada, e se lutar pela honra me faz bem, que eu o faça e Lunirai com aquele olhar de protetor dele disse em tom irônico “qualquer coisa grita que eu vou te proteger minha irmãzinha” eu ri e o abracei

Umânaque chegou à porta de minha casa e me gritou: “vamos, esta na hora” , fiz uma oração para Crisagom os protegessem e me guiasse, sai à porta e parti, era de manhã e vai ser uma longa viagem...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Mirai Alcaiu

Com o inicio da nova parceira com o Desenhos e/ou Rabiscos, trago já a história da primeira personagem do Tagmar D20: Mirai, criada pela jogadora Aline, na verdade a escritora do conto. Na minha mesa de jogo, tenho o hábito de premiar com 1 ponto de experiência para quem produz uma história de personagem.

O personagem atualmente se aventura nas terras de Marana, em particular na cidade de Lubliana.

Espero que gostem!

Mirai Alcaiu


Uma elfa muito vivida, de fato, isso que sou. Nascida em uma família de vendedores de cavalos me firmei nessa profissão. Sou filha única e hoje em dia, infelizmente, mamãe e papai já perdeu a vontade de viver. Quando papai se foi, mamãe não suportou.

Sempre vivi aqui no Condado de Lirati, todos conhecem a mim e conheceram meus pais. Foi aqui também que conheci Lauciam, para os meus olhos, o elfo mais lindo que já vi. Ele era forasteiro e se aproximou de mim com interesse em comprar cavalos. Fiz questão de atendê-lo, no final disse que seu dinheiro não daria para um cavalo, mas daria para levar uma bela jovem elfa para sair. Começamos a sair e nos encontrar com freqüência. Papai dizia para eu tomar cuidado, pois não sabíamos nada sobre ele, mas eu já estava apaixonada por aquele elfo forasteiro que não falava sobre seu passado. Com o tempo mostrou-se um bom elfo, começamos a namorar e ele pediu para papai um emprego com ele, mesmo não entendendo muito de cavalos, ele dizia estar disposto a ajudar e começar uma nova vida. Com o bom tempo que ele passava conosco, perguntas sobre o passado de Lauciam foram esquecidas. Papai estava gostando dele, do que ele nos mostrava no presente, papai dizia que ele parecia muito sincero com os sentimentos dele e atitudes. E eu o amava, e o amo até hoje.

Lauciam me pediu em casamento. Que felicidade! Estava tudo indo muito bem entre nós e papai até nos prometeu um macho e uma fêmea para começarmos nossa própria criação de cavalos, inclusive pediu para quando ele perdesse a vontade de viver nós 2 assumíssemos a criação dele também.

Estou nos meus 230 anos, falta 5 dias para meu casamento que parecem 500 anos. Para acalmar o nervosismo fui dar uma volta pelo seleiro e lá meditei. Tive um sonho que um homem em um cavalo segurando uma espada bastarda, homem no qual eu não via o rosto. Esse homem dizia: “Sou o deus da honra e da justiça, você foi minha escolhida, e a ti darei um dom. Foi por isso que foi posta a esse mundo Mirai, deve usar esse dom em prol da justiça. Esse é seu destino” saí de meu transe em prantos. “Será que foi um delírio? E meu casamento? Deve ter sido o nervosismo.” Deixei esse sonho de lado e resolvi viver minha vida ao lado do meu esposo.

Depois de casados não demorou muito somente 30 primaveras e tivemos nosso 1° filho Lunirai. Dizia que ia cuidar de mim e do pai dele e ia ser um guardião, e de fato foi. Oitenta primaveras depois vieram Pânula e mais 5 veio Diugo. As outras elfas diziam que devia ser muito fogosa pra ter tido tantos filhos. Se sou fogosa tive alguém que me puxasse: Diugo, meu caçula. Ele foi a criatura mais linda e carismática que pus no mundo, pena que todas as mulheres pensavam o mesmo, se não fosse Pânula para resolver alguns problemas ele já teria perdido seu belo rosto com tantos socos que tomava.

Minha boa família sempre me fez feliz com ela até pouco tempo atrás, quando minha menina chegou-me aos prantos dizendo de um sonho que teve, não um sonho exatamente igual ao meu, mas um sonho no mesmo lugar onde tive o meu e com a mesma idade que eu tive. Pensei que poderia ser coincidência, mas nunca mais fui a mesma. Eu a aconselhei a fazer o que ela acreditava ser o certo. Mas o meu sonho voltou a minha mente com toda força e meus filhos, cavalos e esposo não dava a mim um bom motivo pra viver, já vivi muito


Meu querido Lauciam percebeu como eu estava e me perguntou o que estava havendo, naquele momento contei tudo pra ele, mas disse que eu não sabia o que fazer. Ele disse que preferia me ver longe me arriscando a morrer do que eu perto e com a certeza que vou morrer. Disse pra eu ir, e lutar, e que ficaria muito orgulhoso de mim, mas com muitas saudades. Eu o prometi que se fosse, sempre me esforçaria para vê-los todo ano e que eu vou casada com ele só deixarei de ser assim se a morte nos separar. Lauciam respirou fundo, disse que não queria que eu morresse sem saber de onde ele veio realmente Ele disse: “Eu sou de Portis, sou um mago de guerra vindo de um colégio militar arcano, nós havíamos sido enviados pra um combate, meu primeiro combate, na hora, antes mesmo de eu fazer qualquer coisa vi que meus parceiros eram malignos e não tinha a camaradagem própria de nós. Eu não ia lutar ao lado deles. Fingi ter sido atingido, com o jeito deles nem notaram que algum” amigo “estava no chão, de lá sai da vista deles. Pela estrada fui à cidade mais próxima e contratei um rastreador que me levasse de volta para minha escola a fim de prestar queixa, mas como estava chegando o inverno meu rastreador disse que era muito perigoso continuar a viajem e paramos em Lirati. Aqui conheci você, e o tempo que parei aqui foi o suficiente para eu largar tudo de mão e ficar com você. Como seu pai me deu emprego, paguei ao rastreador para voltar e decidi ficar. Hoje em dia, os do colégio, a maioria do que estão mortos e poucos outros da mesma raça que eu devem achar que eu morri naquele combate. Nós 2 somos aventureiros que renegamos isso em nós, por nós. Agora temos nossa casa e nossos filhos.

Chegou o dia que minha filha foi atrás do que a fazia feliz, ela teve essa coragem, quem sabe se eu fosse lutar ao lado dela eu ia usar meu dom pela 1° vez e ia ajudar minha raça e minha filha

Fui conversar com nossos filhos, pois meu esposo já esperava isso. Acho que Lunirai entendeu bem, mas Diugo disse que todos o estavam abandonando ele. Diugo já é um elfo crescido, acho que sem a irmã dele e eu por perto ele vai aprender a se virar melhor, ficar mais responsável. Meu esposo me prometeu fidelidade mesmo longe eu também prometi ser fiel e que ele sempre será meu esposo (como se precisasse...). Pedi que Lunirai me indicasse um rastreador que me levasse onde minha filha esta, pelo menos até a estrada. Não faz 3 dias que minha filha saiu, é só o rastreador pegar o rastro dela até a cidade.

Antes de ir eu disse a eles: “Vou usar meu dom para fazer o que é certo, dessa vez não vou fugir dele, mas só fato de eu ter fugido por um tempo me deu vocês e só por isso valeu a pena”.

Hoje é o 1° dia de uma nova vida para mim, espero que eu esteja fazendo o certo...


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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mutimana, homem lêva sacerdote do príncipe–demônio Udavai, o Caçador de Sadios (Mutimana, lêva human cleric of demon-prince Udavai, the Hunter of health’s)

O Vômito Esturricador é o senhor de todas as doenças e ordena que seus servos espalhem moléstias e poluições, nas cidades principalmente.

A Levânia um dia foi o berço da tribo que deu origem aos Bankdis, e que levou a palavra dos demônios aos 4 cantos do Mundo Conhecido. Mesmo com a derrota da Seita Bankdi, é “impossível exterminar as baratas sem que algumas corram em segurança”.

Mutimana age nas sombras das carcaças pútridas do deserto, se dedicando perfeitamente em sua tarefa de espalhar a palavra e o toque do Caçador de Sadios. Suas vestes apresentam toda a sorte de resíduos pestilentos, como vômitos, sangue, pus, urina e fezes. Seu grande elmo homenageia os insetos pestilentos transmissores de pragas, em particular, o besouro do esterco, que passeia com a bola de excrementos contaminando o deserto. Seu cajado possui no alto a figura do rato, outro dos animais prediletos de Udavai

No Tagmar 2 Oficial, Udavai é chamado de Udoviom.

O servo do Deus da Cura, Selimon, deseja “limpar” o mundo da presença de Mutimana.

HOMEM
·         Tamanho médio.
·         Deslocamento base: 9 metros.
·         Os homens recebem um talento adicional no 1º nível
·         Os homens recebem 4 pontos adicionais de perícia no 1º nível e 1 ponto adicional de perícia a cada nível de experiência. Os pontos adicionais de primeiro nível são adicionados ao resultado final, e não multiplicados.
·         Perícias regionais: cada homem possui afinidade com diferentes tipos de perícias, conforme a região a qual deriva. O personagem seleciona uma região de Tagmar e pode substituir de uma até três perícias de sua classe por uma perícia regional, que passará então a ser de classe, sendo a perícia eliminada não mais considerada como perícia de sua classe. A perícia Ofícios,  Profissão e Atuação, normalmente gerando subdivisões conforme a especialidade, são consideradas no todo para efeito de substituição (ex. Um guerreiro verrogari pode trocar a perícia Ofícios [para todos as subdivisões desta perícia] em troca de Sobrevivência). Observe que algumas perícias, ao invés de se tornarem de classe, fornecem bônus: neste caso elas não se tornam perícias de classe (exceção: as perícias Ofício, Profissão e Atuação – elas se tornarão perícias de classe). O histórico do personagem determina sua região de origem. O personagem não é obrigado a substituir uma perícia regional a não ser que assim deseje. A mudança é irrevogável (ver tabela: Apêndice: Perícias regionais).
·         Idioma básico: malês.
·         Idiomas/escritas adicionais: qualquer um.
·         Classe favorecida: qualquer um.

APÊNDICE
Perícias regionais
Levânia (Lêva)
+1 Sobrevivência (ambientes áridos)@
Religião
+1 Natureza (ambientes áridos)@
@ Não é considerada perícia de classe.  


Tabela de envelhecimento
Maturidade
Velho
Venerável
Idade máxima
35 anos
53 anos
70 anos
+2d20 anos






domingo, 7 de novembro de 2010

Homem marano sacerdote de Selimon, o deus da paz e do amor (Cleric of Selimon marano human, the god of peace and love)

O Mundo Conhecido é assolado por diversas forças opressoras, seja senhores da guerra lutando pelos seus domínios, seja a ameaça de seres de coração negro. O Mundo é cheio de inocentes que apenas desejam a paz.

Enquanto a paz for uma luz pequena, porém acesa, haverá os seguidores do deus Selimon, o deus da paz e do amor.

São clérigos conhecidos por seu temperamento calmo e compreensivo, entretanto, longe de serem covardes! Eles lá estarão, se colocando entre agressores e inocentes.

Criar cores do clérigo de Selimon me remeteu ao uso de cor branca. O cinza também é levado em conta para criar diferença de tons. Como cores metálicas, preferi o bronze. O enorme martelo em sua mão foi uma tentativa minha de customizar um crucifixo (sim, a peça original leva uma cruz – provavelmente deve ser uma mini de um clérigo cristão medieval real).

O elfo dourado saúda o representante da paz.

HUMANO
·          Tamanho médio.
·          Deslocamento base: 9 metros.
·          Os humanos recebem um talento adicional no 1º nível
·          Os humanos recebem 4 pontos adicionais de perícia no 1º nível e 1 ponto adicional de perícia a cada nível de experiência. Os pontos adicionais de primeiro nível são adicionados ao resultado final, e não multiplicados.
·          Perícias regionais: cada homem possui afinidade com diferentes tipos de perícias, conforme a região a qual deriva. O personagem seleciona uma região de Tagmar e pode substituir de uma até três perícias de sua classe por uma perícia regional, que passará então a ser de classe, sendo a perícia eliminada não mais considerada como perícia de sua classe. A perícia Ofícios,  Profissão e Atuação, normalmente gerando subdivisões conforme a especialidade, são consideradas no todo para efeito de substituição (ex. Um guerreiro verrogari pode trocar a perícia Ofícios [para todos as subdivisões desta perícia] em troca de Sobrevivência). Observe que algumas perícias, ao invés de se tornarem de classe, fornecem bônus: neste caso elas não se tornam perícias de classe (exceção: as perícias Ofício, Profissão e Atuação – elas se tornarão perícias de classe). O histórico do personagem determina sua região de origem. O personagem não é obrigado a substituir uma perícia regional a não ser que assim deseje. A mudança é irrevogável (ver tabela: Apêndice: Perícias regionais).
·          Idioma básico: malês.
·          Idiomas/escritas adicionais: qualquer um.
·          Classe favorecida: qualquer um.

Perícia regional

Marana
Cura
+1 Profissão (Alvenaria)%
Arquitetura

% Considerada Perícia de classe.


Tabela de envelhecimento
Maturidade
Velho
Venerável
Idade máxima
35 anos
53 anos
70 anos
+2d20 anos

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Homem azantiano sacerdote de Crisagom, o deus da honra e da justiça (Cleric of Crisagom azantian human, the god of honor and justice)

Os sacerdotes de Crisagom são a égide dos oprimidos, combatendo o mal com esmero e inspirando a bravura dos guerreiros nobres do Mundo Conhecido, pricipalmente do nobilificado povo de Azanti.

Esta miniatura foi pintada com as cores que julgo adequadas aos clérigos de Crisagom: Azul, Branco e tons claros de Cinza. Essa mini também pode ser utilizada para guerreiros azantianos, pois o reino de Azanti é fortemente influenciado pela cultura do clero do deus Crisagom.

O capim seco utilizado na base representa a vegetação característica de Azanti: verões quentes e secos, em terrenos de planaltos e planícies.

Anões são nanicos, porém largos como barris, como Barêndi mostra ao lado do clérigo.


HUMANO
·          Tamanho médio.
·          Deslocamento base: 9 metros.
·          Os humanos recebem um talento adicional no 1º nível
·          Os humanos recebem 4 pontos adicionais de perícia no 1º nível e 1 ponto adicional de perícia a cada nível de experiência. Os pontos adicionais de primeiro nível são adicionados ao resultado final, e não multiplicados.
·          Perícias regionais: cada homem possui afinidade com diferentes tipos de perícias, conforme a região a qual deriva. O personagem seleciona uma região de Tagmar e pode substituir de uma até três perícias de sua classe por uma perícia regional, que passará então a ser de classe, sendo a perícia eliminada não mais considerada como perícia de sua classe. A perícia Ofícios,  Profissão e Atuação, normalmente gerando subdivisões conforme a especialidade, são consideradas no todo para efeito de substituição (ex. Um guerreiro verrogari pode trocar a perícia Ofícios [para todos as subdivisões desta perícia] em troca de Sobrevivência). Observe que algumas perícias, ao invés de se tornarem de classe, fornecem bônus: neste caso elas não se tornam perícias de classe (exceção: as perícias Ofício, Profissão e Atuação – elas se tornarão perícias de classe). O histórico do personagem determina sua região de origem. O personagem não é obrigado a substituir uma perícia regional a não ser que assim deseje. A mudança é irrevogável (ver tabela: Apêndice: Perícias regionais).
·          Idioma básico: malês.
·          Idiomas/escritas adicionais: qualquer um.
·          Classe favorecida: qualquer um.

Perícias regionais

Azanti
Cavalgar
+1 Diplomacia (nobres, azantianos)
Nobreza



Tabela de envelhecimento
Maturidade
Velho
Venerável
Idade máxima
35 anos
53 anos
70 anos
+2d20 anos


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Elfa florestal sacerdotisa de Maira, a deusa da natureza (Cleric of Maira forest elf, the goddess of nature)

Os elfos florestais é outra das três raças de elfos (junto com os elfos dourados e os elfos negros). Apesar de criados por Palier, esses foram abraçados pela deusa da natureza Maira. Com uma ligação muito grande com a natureza, eles se tornam, por vezes, tão selvagens quanto os animais, as plantas ou mesmo como bestas mágicas do mundo natural.

São os sacerdotes da deusa que abençoam os elfos, os rastreadores e todos aqueles que protegem e respeitam a natureza e seus seres. Eles também punem quem a maltrata.

Na escolha de cores para pintar os elfos florestais, considerei o fato de que eles imitam os ambientes naturais onde habitam. Daí a importância do uso das cores verde, amarela, marrom, preto, vermelho e suas variações.

Para os tons de pele, gosto da cor morena, pois lembra o marrom, uma das cores da natureza que mais lembra pele humanizada. Para os cabelos, cores como preto, castanho e verde caem bem.

Barêndi não é tolo em recusar a saudação da clériga, apesar de ser um seguidor de Parom, o deus dos artífices.


ELFOS
·          Tamanho médio.
·          Deslocamento base: 9 metros.
·          Imunidade a magias e efeitos de sono e paralisia. Elfos não dormem, ao invés disso entram num estado de transe por um período de 4hs equivalente em descanso ao sono comum. Elfos não sonham.
·          +2 de bônus racial de resistência contra magias ou efeitos similares de encantamento.
·          Visão na penumbra: 36m. Consegue distinguir cores e detalhes.
·          Beleza: +4 de bônus nas perícias Diplomacia e Blefar que envolvam situações de sedução com humanos e meio-elfos de ascendência humana. Os elfos são agraciados com a perfeição física do Deus Palier.
·          Idioma/escrita básico: malês, élfico, escrita élfica.
·          Idiomas/escritas adicionais: goblin, khurng, silvestre, voz da pedra. Caso seja clérigo, inclui-se na lista: celestial e infernal.
ELFO FLORESTAL
·          +2 de destreza, -2 de constituição.
·          +2 de bônus racial para testes de Percepção baseados em Audição e Visão; +2 de bônus racial em testes de Natureza e Sobrevivência. Percepção, Natureza e Sobrevivência são consideradas perícia de classe.
·          Usar armas: Todo o elfo possui o talento Usar Arma Comum: espada longa, sabre, arco curto (comum, composto e reforçado), arco longo (comum, composto e reforçado).
·          -2 de redutor nas seguintes perícias: Diplomacia, Blefar e Atuação com qualquer criatura de cultura não-florestal. -6 contra inimigos raciais (anões, orcos, gigantes e similares). Elfos são xenófobos e desconfiados.
·          Classe favorecida: rastreador.

Tabela de envelhecimento
Raça
Maturidade
Velho
Venerável
Idade máxima
Elfos1, 2
225 anos
337 anos
450 anos
+6d100+50 anos

1Elfos não recebem redutores durante a maturidade, velhice ou venerabilidade. O tempo cobra o envelhecimento do elfo subitamente no último ano de vida, o qual receberá todos os bônus e redutores nas frações deste último ano. Os elfos podem escolher “envelhecer” (veja abaixo).

2Elfos dourados podem decidir não morrer, mesmo ultrapassando a idade máxima, desde que tenham Vontade de Viver (um sentimento profundo de cumprir uma tarefa que exige a existência de sua vida, até que a tarefa se conclua ou uma nova necessidade apareça). Ainda sim, são necessários testes de Vontade CD 10+ nível do personagem, a cada aniversário, para que seu ímpeto não desapareça. (a explicação se deve ao fato de que quanto mais plena a vida do personagem, menos razões e desafios se abre para ele, visto que haverá poucas coisas que ainda resta ser feita). Esses testes devem ser feitos apenas quando o personagem ultrapassa idade máxima. Um elfo dourado pode deliberadamente sofrer os efeitos do envelhecimento se assim desejarem, desde que alcancem esta idade (para isso, um elfo deve passar por um período de 1d6 meses em meditação na sua terra natal para que possa “envelhecer” seu corpo e mente).