A cada uso do poder elementalista, maiores elementais podem ser trazidos. Que o Mundo trema se um ser ainda maior possa vir.
Outra miniatura feita por mim. Referência:
RAMOS, Alan Luiz e Silva. Elemental da terra grande. Rio de Janeiro: Ed. do autor, 2010.
Barêndi já treme...
Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.
Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!
e-mail: alanluiz2@gmail.com
domingo, 26 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Muro em ruínas de antiga cidade do 2º Ciclo (Wall of ruins of 2nd Cicle’s ancient city )
Essas paredes um dia pertenceram a uma opressora sociedade do passado.
Antes servidas por inúmeros escravos, poderosos guerreiros e mesmo monstros, hoje apenas resta suas já fracas muralhas.
Antes servidas por inúmeros escravos, poderosos guerreiros e mesmo monstros, hoje apenas resta suas já fracas muralhas.
O elfo dourado se maravilha em estudar a história antiga do Mundo Conhecido.
Desculpem o atraso!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Elemental da terra, médio (Earth elemental, medium)
Mais que o elemental da terra pequeno, trazer um elemental da terra grande envolve o uso de mais poder que o utilizado.
Outra criação minha, junto com o elemental da terra tamanho pequeno. Breve, mostrarei o elemental da terra tamanho grande. eis a referência:
RAMOS, Alan Luiz e Silva. Elemental da terra médio. Rio de Janeiro: Ed. do autor, 2010.
E o caro Barêndi, em seu constante papel de comparar...
Outra criação minha, junto com o elemental da terra tamanho pequeno. Breve, mostrarei o elemental da terra tamanho grande. eis a referência:
RAMOS, Alan Luiz e Silva. Elemental da terra médio. Rio de Janeiro: Ed. do autor, 2010.
E o caro Barêndi, em seu constante papel de comparar...
sábado, 11 de dezembro de 2010
Porta de templo demoníaco de Ricutatis, o príncipe-demônio da morte-vida (Ricutatis’s demonic temple door, the demon-prince of death-life)
Tagmar é um mundo de diversas divindades, boas e ruins. Templos são erguidos em seus nomes, e seus interiores são decorados onde prima-se pelo respeito a sua grandeza.
Um arco de porta foi construído em homenagem a Ricutatis, o deus-demônio da morte-vida. Tal como a divindade, seus construtores não esqueceram dos largos caninos que representam o dreno vampírico da divindade sobre os mortais. Nem dos ossos, no restante do arco, que representam as sobras de seu consumo.
Esta porta, de detalhes malignos, pode ser usada para ilustrar diversas masmorras de mesma temática. A idéia da pintura é imitar, na pintura do arco, uma textura de granito, e com ferrolhos de cobre.
O elfo dourado tenta verificar se existe alguma maldição nestas entradas sinistras.
Um arco de porta foi construído em homenagem a Ricutatis, o deus-demônio da morte-vida. Tal como a divindade, seus construtores não esqueceram dos largos caninos que representam o dreno vampírico da divindade sobre os mortais. Nem dos ossos, no restante do arco, que representam as sobras de seu consumo.
Esta porta, de detalhes malignos, pode ser usada para ilustrar diversas masmorras de mesma temática. A idéia da pintura é imitar, na pintura do arco, uma textura de granito, e com ferrolhos de cobre.
O elfo dourado tenta verificar se existe alguma maldição nestas entradas sinistras.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Elemental da terra, pequeno (Earth elemental, small)
Elementais são seres compostos por um dos quatro elementos primordiais do mundo: terra, ar, água e fogo. Não são naturais do mundo de Tagmar (o Plano Material), pois vivem em outras existências, onde predominam seus elementos matrizes em forma bruta. Por exemplo, um elemental composto pelo elemento terra vive em um plano predominado da terra.
Porém, alguns tipos de magos chamados elementalistas, capazes de manipular os quatro elementos, conseguem evocar uma dessas criaturas, por um período de tempo, para usá-las como seus servos. Geralmente, elas ficam sob controle, mas é arriscado libertarem um ser desses no mundo sem as devidas garantias de controle. Afinal, são forças selvagens.
O elemental da terra tamanho pequeno é a minha primeira miniatura esculpida e pintada (diferente das muitas pinturas que mostrarei no futuro, feitas a partir de miniaturas manufaturadas). Convenhamos, é mais difícil fazer um humanóide...rs. Abaixo, a referência:
RAMOS, Alan Luiz e Silva. Elemental da terra pequeno. Rio de Janeiro: Ed. do autor, 2010.
Ela segue o padrão rigoroso do sistema D20 para tamanho pequeno. Pretendo postar aqui outras de tamanho médio, grande, enorme, imenso e colossal. Pretendo ainda postar os elementais de outros tipos (fogo, água e ar).
Barêndi resolveu enfrentar essa...e mais um vez,comparar o tamanho das coisas...
Porém, alguns tipos de magos chamados elementalistas, capazes de manipular os quatro elementos, conseguem evocar uma dessas criaturas, por um período de tempo, para usá-las como seus servos. Geralmente, elas ficam sob controle, mas é arriscado libertarem um ser desses no mundo sem as devidas garantias de controle. Afinal, são forças selvagens.
O elemental da terra tamanho pequeno é a minha primeira miniatura esculpida e pintada (diferente das muitas pinturas que mostrarei no futuro, feitas a partir de miniaturas manufaturadas). Convenhamos, é mais difícil fazer um humanóide...rs. Abaixo, a referência:
RAMOS, Alan Luiz e Silva. Elemental da terra pequeno. Rio de Janeiro: Ed. do autor, 2010.
Ela segue o padrão rigoroso do sistema D20 para tamanho pequeno. Pretendo postar aqui outras de tamanho médio, grande, enorme, imenso e colossal. Pretendo ainda postar os elementais de outros tipos (fogo, água e ar).
Barêndi resolveu enfrentar essa...e mais um vez,comparar o tamanho das coisas...
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Tanque anão de decantação (Decanting dwarf pool)
Os anões são grandes artífices. Possuem um talento nato para construir coisas normalmente muito melhores que os artífices de qualquer raça. Desde um belíssimo martelo de guerra anão a grandes obras de engenharia e arquitetura, tudo revela a grandeza do povo robusto.
Este tanque de decantação é uma construção avançada para os padrões bases feudais de Tagmar. Mas, para os anões, essa maravilha seria mais corriqueira, pois os anões representam povos antiqüíssimos e longevos (é possível para essa raça ultrapassar os 300 anos...), logo, um anão pode se dedicar por muito tempo a engenhos desse tipo se assim o desejar.
O tanque de decantação permite purificar e canalizar veios de água, tornando-a fresca, imitando o processo natural de filtragem da água da chuva e da neve que ocorre no subterrâneo (onde, inclusive, os anões vivem), tornando a água potável – um luxo, considerando que basicamente todos os habitantes de Tagmar bebem água de poços ou rios, normalmente com água barrenta, quando não impura.
Nas minhas aventuras, eu também utilizo essa peça para representar destiladores de água (usados na exaustiva purificação da água para o trabalho dos alquimistas - anões, claro!).
O elfo dourado anseia em aprender sobre o funcionamento deste mecanismo.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Guerreiros esqueletos (Warrior skeletons)
Até hoje o blog tem mostrado personagens heróicos. Passarei então a postar as criaturas que vivem em Tagmar. É o que justifica a existência de bravos heróis para defender o Mundo Conhecido...
Esqueletos são mortos-vivos. Sem mente e vontade, são animados pelas energias negativas oriundo dos reinos infernais. Uma vez erguidos, assombram calabouços escondidos e regiões amaldiçoadas.
Esses esqueletos não são comuns. São guerreiros esqueletos. Diferente dos demais, um dia foram guerreiros mortos em sangrentas batalhas. Em seu cerne queima não apenas um grande ímpeto de luta, mais uma extrema habilidade de combate. Eles lutam até o fim, mesmo que o fim já seja um fato para eles.
As cores dos esqueletos, além do “osso”, pode agregar praticamente qualquer coisa, como equipamentos antigos e restos de solo e carniça, levando em conta o estado e o tempo do morto. Nesta pintura, as armas e escudo sofreram desgastes da ferrugem.
O clérigo de Crisagom e um guerreiro desconhecido investem contra eles, um pelo dever, outro pela sobrevivência.
Esqueletos são mortos-vivos. Sem mente e vontade, são animados pelas energias negativas oriundo dos reinos infernais. Uma vez erguidos, assombram calabouços escondidos e regiões amaldiçoadas.
Esses esqueletos não são comuns. São guerreiros esqueletos. Diferente dos demais, um dia foram guerreiros mortos em sangrentas batalhas. Em seu cerne queima não apenas um grande ímpeto de luta, mais uma extrema habilidade de combate. Eles lutam até o fim, mesmo que o fim já seja um fato para eles.
As cores dos esqueletos, além do “osso”, pode agregar praticamente qualquer coisa, como equipamentos antigos e restos de solo e carniça, levando em conta o estado e o tempo do morto. Nesta pintura, as armas e escudo sofreram desgastes da ferrugem.
O clérigo de Crisagom e um guerreiro desconhecido investem contra eles, um pelo dever, outro pela sobrevivência.
domingo, 21 de novembro de 2010
Cerca de raízes de tucarfas, de deserto pedregoso (Root fence of tucarfas, of stone desert)
Nos desertos pedregosos da região das Cidades-Estados, as cercas são feitas de forma diferente. Com a carência de árvores e madeiras firmes para se fazer tábuas, elas são feitas das retas e profundas raízes de tucarfas. O caule da planta é semelhante ao rabo de porcos, na verdade caules-gavinhas que se ancoram nos numerosos seixos e pedras. Mas, suas raízes retas muito firmes formam as cercas desta região. Com o passar do tempo, as cêrcas-raízes podem se desenvolver em cercas vivas, dada a capacidade de regeneração das mesmas.
Para reforçar essas estruturas, usa-se ainda couro endurecido dos mais variados animais. O couro marrom pertence a lobos do deserto; o avermelhado, de cabras; e o cinzento, sobras de pesca de tubarões dos litorais, trazidos para o interior.
Eles são usados usualmente para a guarnecer a engorda do gado de camelos de corte, muito apreciados nas Cidades-Estados, imprestáveis para a cavalgadura, mas muito apreciados em cozidos.
Em tempos de conflito, áreas de cerca-raiz são anti-avanços generosos.
O anão bárbaro vai testar a resistência das cercas de tucarfas.
Para reforçar essas estruturas, usa-se ainda couro endurecido dos mais variados animais. O couro marrom pertence a lobos do deserto; o avermelhado, de cabras; e o cinzento, sobras de pesca de tubarões dos litorais, trazidos para o interior.
Eles são usados usualmente para a guarnecer a engorda do gado de camelos de corte, muito apreciados nas Cidades-Estados, imprestáveis para a cavalgadura, mas muito apreciados em cozidos.
Em tempos de conflito, áreas de cerca-raiz são anti-avanços generosos.
O anão bárbaro vai testar a resistência das cercas de tucarfas.
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