Monstro comedor de pequeninos e crianças, o goblin-urso, também chamado
de “urso-ruim” e “bicho-mau”, costuma capturar os pequenos com sua grande boca enquanto
fogem como um cão segurando um pedaço de carne. Sua tática preferida é assustar
sua vítima e paralisá-la de medo enquanto os abocanham. Popularmente conhecidos
como emissários do demônio.
Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.
Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!
e-mail: alanluiz2@gmail.com
domingo, 20 de julho de 2014
domingo, 6 de julho de 2014
Muro de tijolos (Brickwall)
Quando um terreno não possui pedras o suficiente para a construção, usa-se tijolos aproveitando o terreno argiloso.
domingo, 18 de maio de 2014
Homem batedor de areia em bicho-rapina (Sand scout human in crodlu)
O bicho-rapina já há
bastante tempo começaram a ser utilizados pelos exploradores dos desertos
pedregosos – os que se atrevem a domá-los. Mesmo que essas bestas
semisselvagens não incluem grandes mamíferos em sua dieta (de fato, as criações
se sentem tranquilos perto deles), são perigosos se ameaçados. O segredo de sua
domesticação é um segredo passado de pai para filho.
Curiosamente
bichos-rapina são mais adaptados a terrenos fofos, como a areia, do que firmes,
como o chão de uma cidade, pois sofrem ferimentos devido ao impacto de seus
dedos. Considere que seus redutores de movimentação se aplicam no terreno firme,
o oposto dos humanos sofreriam se estivessem pisando em terreno fofo. Forçar
esses animais em terrenos firmes pode fatigá-los devido ao cansaço e ferimentos.
Os pés de um bicho-rapina são sensíveis ao frio, de modo que também estão
sujeitos a mesma fadiga.
Montado no fiel
bicho-rapina, um jovem batedor do deserto pedregoso vasculha suas fronteiras.
CRODLU Riders: 11-702 (AD&D: Dark Sun Miniatures). [S.l.]: Ral Partha, 1991.
domingo, 4 de maio de 2014
Fungo talo-barril. Cristal (Barrel-stalk fungus. Crystal)
O elfo sombrio busca algo especial nas florestas de
talo-barril, fungo encontrado nas áreas mais úmidas do subterrâneo. Ao menos
sua busca não será desprovida de recursos de sobrevivência, pois os
talos-barris crescem como tubos compridos, retendo a água pingada das
infiltrações da superfície - as mesmas que ao passarem pelo solo, criam as estalactites.
O fungo se alimenta dos detritos vindo com a água, mas ele próprio utiliza
pouca água para sua nutrição, e ela sobra no espaço oco da planta, livre de detritos
e torna a água ao ponto de destilada –
sim, estes fungos são filtros naturais. A “carne” do fungo é nutritiva o
bastante para livrar viajantes da fome, ainda que terão que mastigar um
alimento de gosto e textura próxima a de um pedaço de armadura de couro leve.
Os rastreadores do “Mundabaixo”, como é chamado o subterrâneo, evitam estragar os caules mais altos para alimentação,
devorando os de caule mais baixo, que retém menos água. Os locais onde crescem tais
fungos normalmente são de chão seco e sem estalagmites, salvo por um eventual transbordo.
Desnecessário dizer que a as formas de vida do escuro apreciam tais florestas
para se alimentar dos que dela se alimentam e bebem.
Para os que acompanham o Alan-MM, fica uma dica muito
prática para fazer esses cenários de fungos: as cracas, crustáceos de rochedo
muito comuns em diversas praias do Brasil. Nas praias onde esses animais vivem,
eles se proliferam bem, não raro, costumando serem verdadeiras pragas se
multiplicando em rochedos, pneus flutuantes e casco de barcos, onde são
raspados com frequência pelos pescadores. Pois é, o que é lixo para alguns, é
luxo para nós!
Pinto as cracas por gosto, mas na prática elas poderiam ser
usadas in natura bastando prendê-las numa
base. Nas praias pode-se coletar matéria-prima suficiente para criar um mega floresta
de fungos!
O cristal é uma peça da Hirsts que ganhei na época do
concurso LOTR Brasil. Para os colegas que queriam algo do tipo, sugiro esculpir
um pedaço de plástico por mera raspagem do plástico numa lixa de parede até
dá-lhe forma poliedral.
domingo, 27 de abril de 2014
Elfo sombrio feiticeiro (Dark elf sorcerer)
O mago do conhecimento quer testar os poderes do elfo sombrio.
Referência bibliográfica e fotos.
IRAE T’Sarran. [S.l.]: Wizard of the Coast, 2002. (D&D 3.5 Miniatures. City of the Spider Queen). Código 88433.
Referência bibliográfica e fotos.
IRAE T’Sarran. [S.l.]: Wizard of the Coast, 2002. (D&D 3.5 Miniatures. City of the Spider Queen). Código 88433.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
De volta!
Prezados
Depois de um silêncio longínquo, comunico o retorno das atividades! Nossa! Muitas coisas importantes aconteceram na minha vida pessoal. Destaco a minha realização profissional como bibliotecário, e muito mais importante: o meu casamento!
Mas, Miniatura em Tagmar é um blog hobbista! Então sou obrigado a presumir que devo papear sobre aquilo cujo o foco mais interessa aos prezados leitores: o que rolou nas minhas atividades de RPG e pintura!
Qual foi o apanhado geral desde meu sumiço até este retorno no condizente ao hobby?
Não dá para negar que me fez bem esse período de silêncio...rs.
Esse tempo afastado também me fez repensar a própria maneira de conduzir o blog. Um ponto importante é que não mais produzirei os backgrounds que antigamente eram feitos com as pinturas: além de ter parado com o Tagmar, eles me consumiam um certo tempo, hoje cada vez mais escasso. Ainda, sempre notei que a apreciação do blog se devia as pinturas. Por pura objetividade, me limitarei a apresentar essas pinturas, somente escrevendo aquilo que surgir organicamente. Evidente que o espaço para isso não será descartado, apenas não terei o compromisso de preenchê-lo. E claro, colaboradores são bem-vindos.
Já tinha passado da hora de utilizar o Facebook como um espaço suplementar do blog. E caí na real.
Farei o máximo para sempre manter a periodicidade semanal do blog (sempre aos domingos). Mas devo ser honesto em comunicar que me permitirei ao luxo de ocasionalmente faltar com ela. Isso, claro, não incluem compromissos de palavra firmados de antemão com qualquer um de nossos colaboradores, no condizente a realizar pinturas produzidas a pedido de nomes do nosso mercado de miniaturas, como os nossos velhos conhecidos Kimeron Miniaturas, Wicca Workshop e outros mais que surjam nessa empreitada.
Penso, aliás, que o nome Miniatura em Tagmar hoje faça menos sentido de quando o compus, pois não jogo Tagmar ou produzo qualquer coisa em nome deste. O que vocês acham? Devo mudar o nome ou não? Para qual nome então? Ou os admiradores do blog já estão acostumados com o nome atual? Enfim, expressem-se!
Sejam bem-vindos, velhos e novos leitores! A saudade de bloguear enfim será saciada!
Depois de um silêncio longínquo, comunico o retorno das atividades! Nossa! Muitas coisas importantes aconteceram na minha vida pessoal. Destaco a minha realização profissional como bibliotecário, e muito mais importante: o meu casamento!
Mas, Miniatura em Tagmar é um blog hobbista! Então sou obrigado a presumir que devo papear sobre aquilo cujo o foco mais interessa aos prezados leitores: o que rolou nas minhas atividades de RPG e pintura!
Qual foi o apanhado geral desde meu sumiço até este retorno no condizente ao hobby?
- Depois de diversas discordâncias sofridas quanto a minha visão do que devia ser o Projeto Tagmar 2, no qual sempre participei, determinei cancelar minhas atividades como participante. Isso teve como efeito o cancelamento de minhas produções de adaptações do Tagmar para o Sistema D20, deixando inclusive de jogá-lo;
- Devido a isso, comecei a produzir atividades para o cenário de D&D Forgotten Realms. Mas depois de alguns jogos, minha conclusão é não gostei do jogo, o que me fez também encerrar essas atividades, não apenas com o cenário, mas também com o Sistema D20 como um todo; Verdade que minha desistência com o D20 em grande parte se deveu a fato de ter conhecido o Sistema Savage World, que muito apreciei, me levando a adotá-lo. Nesse tempo, também conheci o Sistema Fate, e implementei, em particular, o conceito dos Aspectos em meus jogos;
- Tento constantemente melhorar minha maneira de trabalhar pintura de miniaturas. Miro em uma qualidade próxima ao dos competidores do prêmio Golden Demon, feito pela empresa de miniaturas Games Workshop. Tenho feitos tímidos e prosseguidos investimentos neste intuito;
- Hoje, sigo o viés de realizar jogos com simples e genérica fantasia medieval, usando TODAS as influências que sempre me regeram direta e indiretamente em meus jogos: RPGs, livros, filmes, séries; não me atendo a “cânones” de cenário. Antes de tudo, estou prezando pela criação e atendimento do desejo dos jogadores, tentando ao máximo transformar o RPG naquilo que ele se consolidou em meio ao senso comum RPGista: um jogo de contar histórias.
Não dá para negar que me fez bem esse período de silêncio...rs.
Esse tempo afastado também me fez repensar a própria maneira de conduzir o blog. Um ponto importante é que não mais produzirei os backgrounds que antigamente eram feitos com as pinturas: além de ter parado com o Tagmar, eles me consumiam um certo tempo, hoje cada vez mais escasso. Ainda, sempre notei que a apreciação do blog se devia as pinturas. Por pura objetividade, me limitarei a apresentar essas pinturas, somente escrevendo aquilo que surgir organicamente. Evidente que o espaço para isso não será descartado, apenas não terei o compromisso de preenchê-lo. E claro, colaboradores são bem-vindos.
Já tinha passado da hora de utilizar o Facebook como um espaço suplementar do blog. E caí na real.
Farei o máximo para sempre manter a periodicidade semanal do blog (sempre aos domingos). Mas devo ser honesto em comunicar que me permitirei ao luxo de ocasionalmente faltar com ela. Isso, claro, não incluem compromissos de palavra firmados de antemão com qualquer um de nossos colaboradores, no condizente a realizar pinturas produzidas a pedido de nomes do nosso mercado de miniaturas, como os nossos velhos conhecidos Kimeron Miniaturas, Wicca Workshop e outros mais que surjam nessa empreitada.
Penso, aliás, que o nome Miniatura em Tagmar hoje faça menos sentido de quando o compus, pois não jogo Tagmar ou produzo qualquer coisa em nome deste. O que vocês acham? Devo mudar o nome ou não? Para qual nome então? Ou os admiradores do blog já estão acostumados com o nome atual? Enfim, expressem-se!
Sejam bem-vindos, velhos e novos leitores! A saudade de bloguear enfim será saciada!
sábado, 3 de dezembro de 2011
Sem periodicidade
Prezados
Comunico o fim da periodicidade das postagens de pintura de miniaturas do blog MIniatura em Tagmar, por tempo indeterminado.
Motivos pessoais diversos me impedem, hoje, de dar atenção devida a produção de pinturas e textos de regras na forma e ritmo que eu anseio.
Grato por todos que até hoje frequentaram o blog!
Comunico o fim da periodicidade das postagens de pintura de miniaturas do blog MIniatura em Tagmar, por tempo indeterminado.
Motivos pessoais diversos me impedem, hoje, de dar atenção devida a produção de pinturas e textos de regras na forma e ritmo que eu anseio.
Grato por todos que até hoje frequentaram o blog!
domingo, 27 de novembro de 2011
Martelo-tenaz (Hammer-forceps)
Autômatos parecem golens, mas são construídos de forma diferente, com partes mecânicas que são animados por meio de poderosa magia. Enquanto a obscura “mente” de um autômato faz com que, ás vezes seja difícil para a criatura interagir com o mundo físico, ele, ainda é oponente temível.
Autômatos não usam armas, mesmo se ordenados a fazerem isso. Em vez disso, eles sempre golpeiam com seus braços. Um autômato obedece às ordens de seu criador, seja por comando direto dentro de certa distância audível e visível, ou segue as suas ultimas instruções com o maior empenho possível, desde que não cause danos diretos a si. Normalmente seu criador dá ao autômato um conjunto simples de instruções como “permaneça nesta área e ataque todas as criaturas que entrem nela”, ou “ataque todas as criaturas bípedes que você vê” ou ainda “Faça barulho para alertar e ataque”, ou algo do tipo.
O martelo-tenaz é autômato, que de aparelho de construções e carregamentos anão torna-se uma máquina de guerra adaptada, possuidor de dois braços poderosos e formidáveis: uma pesadíssima marreta e uma grande pinça.
É difícil saber qual é seu maior trunfo – sua marreta sólida e pesada, ou sua pinça constritora.
Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.
WIZARD OF THE COAST. Hammerer: Talos. In: ___. Chainmail. [S.l.]: WOTC, 2000.
O BLOG POSSUI MUITAS POSTAGENS ANTERIORES. CONFIRA EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS, AO FINAL.
Autômatos não usam armas, mesmo se ordenados a fazerem isso. Em vez disso, eles sempre golpeiam com seus braços. Um autômato obedece às ordens de seu criador, seja por comando direto dentro de certa distância audível e visível, ou segue as suas ultimas instruções com o maior empenho possível, desde que não cause danos diretos a si. Normalmente seu criador dá ao autômato um conjunto simples de instruções como “permaneça nesta área e ataque todas as criaturas que entrem nela”, ou “ataque todas as criaturas bípedes que você vê” ou ainda “Faça barulho para alertar e ataque”, ou algo do tipo.
O martelo-tenaz é autômato, que de aparelho de construções e carregamentos anão torna-se uma máquina de guerra adaptada, possuidor de dois braços poderosos e formidáveis: uma pesadíssima marreta e uma grande pinça.
É difícil saber qual é seu maior trunfo – sua marreta sólida e pesada, ou sua pinça constritora.
Abaixo, a referência bibliográfica e as fotos.
WIZARD OF THE COAST. Hammerer: Talos. In: ___. Chainmail. [S.l.]: WOTC, 2000.
O quartzan não gostou da atitude agressiva do construto. O anão quer evitar um incidente diplomático entre raças, talvez um monte de sucata.
O BLOG POSSUI MUITAS POSTAGENS ANTERIORES. CONFIRA EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS, AO FINAL.
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