Blog destinado a pintura de miniaturas e cenários; adaptados, customizados ou imitados (estilo Scratch-Building); relativo a fantasia medieval que utilizo em minhas aventuras.

Convido a todos, que gostem de customizar miniaturas de RPG de fantasia medieval, que me contate para postar!

e-mail: alanluiz2@gmail.com

domingo, 21 de setembro de 2014

Ramo seco (Twig blight)

Fiz essas miniaturas com base nas criaturas Ramos secos, da aventura "The Sunless Citadel".Abaixo, a referência e as miniaturas:

CORDELL, Bruce R. The Sunless Citadel. Renton: Wizard of the Coast, 2000.












As fiz na ocasião de quando mestrei a aventura, para ilustrar melhor o jogo. Também usei como base os desenhos abaixo:

FONTE: Disponível em: http://crpp0001.uqtr.ca/w4/campagne/images/Todd_Lockwood/D50-Lockwood_Todd-Transitions_108-The_Sunless_Citadel.jpg

Fonte: LOCKWOOD, Todd. Disponível em:  http://www.wizards.com/dnd/images/mm_gallery/TwigBlights.jpg


domingo, 20 de julho de 2014

Goblin-urso (Bugbear)

Monstro comedor de pequeninos e crianças, o goblin-urso, também chamado de “urso-ruim” e “bicho-mau”, costuma capturar os pequenos com sua grande boca enquanto fogem como um cão segurando um pedaço de carne. Sua tática preferida é assustar sua vítima e paralisá-la de medo enquanto os abocanham. Popularmente conhecidos como emissários do demônio.






domingo, 6 de julho de 2014

Muro de tijolos (Brickwall)

Quando um terreno não possui pedras o suficiente para a construção, usa-se tijolos aproveitando o terreno argiloso.





domingo, 18 de maio de 2014

Homem batedor de areia em bicho-rapina (Sand scout human in crodlu)

O bicho-rapina já há bastante tempo começaram a ser utilizados pelos exploradores dos desertos pedregosos – os que se atrevem a domá-los. Mesmo que essas bestas semisselvagens não incluem grandes mamíferos em sua dieta (de fato, as criações se sentem tranquilos perto deles), são perigosos se ameaçados. O segredo de sua domesticação é um segredo passado de pai para filho.

Curiosamente bichos-rapina são mais adaptados a terrenos fofos, como a areia, do que firmes, como o chão de uma cidade, pois sofrem ferimentos devido ao impacto de seus dedos. Considere que seus redutores de movimentação se aplicam no terreno firme, o oposto dos humanos sofreriam se estivessem pisando em terreno fofo. Forçar esses animais em terrenos firmes pode fatigá-los devido ao cansaço e ferimentos. Os pés de um bicho-rapina são sensíveis ao frio, de modo que também estão sujeitos a mesma fadiga.

Montado no fiel bicho-rapina, um jovem batedor do deserto pedregoso vasculha suas fronteiras.

CRODLU Riders: 11-702 (AD&D: Dark Sun Miniatures). [S.l.]: Ral Partha, 1991.










domingo, 4 de maio de 2014

Fungo talo-barril. Cristal (Barrel-stalk fungus. Crystal)

O elfo sombrio busca algo especial nas florestas de talo-barril, fungo encontrado nas áreas mais úmidas do subterrâneo. Ao menos sua busca não será desprovida de recursos de sobrevivência, pois os talos-barris crescem como tubos compridos, retendo a água pingada das infiltrações da superfície - as mesmas que ao passarem pelo solo, criam as estalactites. O fungo se alimenta dos detritos vindo com a água, mas ele próprio utiliza pouca água para sua nutrição, e ela sobra no espaço oco da planta, livre de detritos e  torna a água ao ponto de destilada – sim, estes fungos são filtros naturais. A “carne” do fungo é nutritiva o bastante para livrar viajantes da fome, ainda que terão que mastigar um alimento de gosto e textura próxima a de um pedaço de armadura de couro leve. Os rastreadores do “Mundabaixo”, como é chamado o subterrâneo,  evitam estragar os caules mais altos para alimentação, devorando os de caule mais baixo, que retém menos água. Os locais onde crescem tais fungos normalmente são de chão seco e sem estalagmites, salvo por um eventual transbordo. Desnecessário dizer que a as formas de vida do escuro apreciam tais florestas para se alimentar dos que dela se alimentam e bebem.






O elfo sombrio busca um cristal de fumaça sólida para seus experimentos. Porque?





Para os que acompanham o Alan-MM, fica uma dica muito prática para fazer esses cenários de fungos: as cracas, crustáceos de rochedo muito comuns em diversas praias do Brasil. Nas praias onde esses animais vivem, eles se proliferam bem, não raro, costumando serem verdadeiras pragas se multiplicando em rochedos, pneus flutuantes e casco de barcos, onde são raspados com frequência pelos pescadores. Pois é, o que é lixo para alguns, é luxo para nós!


Pinto as cracas por gosto, mas na prática elas poderiam ser usadas in natura bastando prendê-las numa base. Nas praias pode-se coletar matéria-prima suficiente para criar um mega floresta de fungos!

O cristal é uma peça da Hirsts que ganhei na época do concurso LOTR Brasil. Para os colegas que queriam algo do tipo, sugiro esculpir um pedaço de plástico por mera raspagem do plástico numa lixa de parede até dá-lhe forma poliedral.